Padronização de Passeios

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Três exemplos na Rua Abel Araújo, no São Bento: um já no padrão (à esq.) e dois irregulares

Canteiros floridos, caminhos de pedras e enormes coqueiros enchem os olhos das visitas na entrada das casas, mas podem significar prejuízo para os proprietários das residências. Desde o início do ano, a prefeitura emitiu 5 800 notificações para que donos de imóveis ajustem sua calçada de acordo com a portaria de 2013 que determina as dimensões, o tipo de material que deve ser utilizado (ladrilho hidráulico), o tamanho dos canteiros e a forma de acesso dos veículos. Todos os endereços novos e os antigos que estejam passando por reformas precisam seguir o padrão. E algumas exigências — como a instalação da faixa de piso tátil, com textura diferenciada para orientar deficientes visuais — devem ser postas em prática em todos os imóveis.

“A notificação chega pelos Correios, e a pessoa leva um susto”, reclama Fernando Santana, do Movimento das Associações de Moradores de Belo Horizonte (MAM-BH). Foi o que aconteceu com o comerciante Cláudio Manoel Frade, morador da Rua Abel Araújo, no bairro São Bento. A prefeitura lhe deu um prazo de trinta dias para ajustar a calçada de pedra com entradas para três portões de garagem. “Gastei 15 000 reais.” A multa mínima para quem não cumprir a notificação é de 504,88 reais.

Presidente da Associação de Moradores do São Bento, Nelson Timponi considera a norma um exagero. “Vai faltar pedreiro na cidade.” Segundo a gerente de Acompanhamento da Fiscalização do Espaço Urbano, Imaculada Queiroga, o objetivo da padronização é garantir segurança aos pedestres. Desde janeiro, foram feitas mais de 11 900 vistorias — uma média de quase sessenta por dia. A cartilha com orientações para a adequação das calçadas está disponível em PDF para download aqui.

Fonte: Veja BH

 

O Faz Tudo BH apoia a AMR

HISTÓRIA AMR (Associação Mineira de Reabilitação)

Em 1964, o Dr. Márcio de Lima Castro médico fisiatra, especialista em Medicina de Reabilitação, após retornar de cursos de especialização no exterior, trouxe consigo uma nova visão do processo de reabilitação para Belo Horizonte.

Nesta época havia um grande número de crianças com seqüelas da Poliomielite (Paralisia Infantil), o que tornou imprescindível a criação de um espaço especializado para o atendimento infantil. Dr. Márcio idealizou a criação de um Centro de Reabilitação para tratamento de reabilitação física e neurológica da criança. Formou uma equipe de médicos fisiatras com destaque para Dr. Gilberto de Almeida Fonseca, Dr. Armando Pereira Carneiro e Dr. Theobaldo Rodrigues de Oliveira. Com total apoio do Dr. José Mendes Junior, na época presidente da Construtora Mendes Junior foi possível tornar esse sonho uma realidade.

A reunião de constituição da AMR realizou-se em 27 de julho de 1964, com a presença dos sócios fundadores e sob a presidência do Dr. Paulo Antunes. Nessa reunião foi aprovado o estatuto da entidade e eleitos os membros do Conselho Superior e Diretor. Foi registrada no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas sob o número 604 de 27/08/1964.

PRIMEIROS INVESTIMENTOS
Para arrecadar fundos para a construção da AMR, foram realizadas sete campanhas Pró-Criança Deficiente, nomenclatura utilizada no contexto da época, com a promoção de desfiles na Avenida Afonso Pena. A primeira campanha aconteceu em 1964.

Em janeiro de 1966, o então governador do estado de Minas Gerais, Sr. José de Magalhães Pinto, fez a doação de um terreno na Fazenda Gameleira para a construção da AMR. Um ano depois, em 1967, o governador Israel Pinheiro da Silva fez a permuta do terreno da Fazenda Gameleira pelo terreno situado no bairro Mangabeiras, onde foi construída a sede da AMR.

No dia 03 de junho de 1967 foi realizada a solenidade de início da construção da AMR com a presença ilustre de várias autoridades, entre elas, o Dr. José Mendes Júnior.

Em 1981 foi concedido ao Dr. José Mendes Júnior o título de Patrono da Associação Mineira de Reabilitação.

O Dr. Márcio de Lima Castro foi Vice-Presidente do Conselho Diretor e o Dr. José Mendes Júnior foi presidente da AMR, permanecendo no cargo até 1983.

Fonte: AMR