BNDES oferecerá empréstimos para instalação de placas de energia solar em casa

O Programa Fundo Clima, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), passará a oferecer crédito para pessoas físicas investirem na instalação de sistemas de aquecimento solar e sistemas de cogeração, informou nesta terça-feira, 5, a instituição de fomento. Os recursos poderão ser contratados em operações indiretas somente por meio de bancos públicos.

“Trata-se de mais uma ação do BNDES para incentivar o cidadão brasileiro a investir em sustentabilidade e economia de energia”, diz a nota divulgada pelo banco.

Segundo o BNDES, as regras do Fundo Clima alcançam 80% dos itens financiáveis nesse tipo de instalação, que inclui placas fotovoltaicas, aerogeradores, geradores a biogás e demais equipamentos necessários. Cada cliente pode tomar no máximo R$ 30 milhões a cada 12 meses.

O juro total, incluindo taxas do BNDES e dos bancos repassadores, é de 4,03% ao ano, no caso de pessoas físicas ou jurídicas com renda ou faturamento anual até R$ 90 milhões, e 4,55% ao ano, no caso de renda superior a R$ 90 milhões anuais. O financiamento ainda permite carência de três a 24 meses, com prazo máximo de 144 meses.

Fonte: Folha de São Paulo

3 erros de reforma que vão pesar muito no seu bolso

(Foto: Getty Images)

Fazer uma reforma já é custoso por si só (e nós temos uma série inteira de textos sobre esse assunto), por isso, tudo o que nós não queremos é acrescentar mais números para essa conta. Seja para fazer um pequeno conserto ou uma grande mudança na sala de casa, é interessante você ficar de olho para não cometer esses erros de reforma e gastar muito mais do que você esperava.

Fique de olho para não cometer os erros de reforma abaixo:

1.Priorizar o glamour ao invés da estrutura

Todo mundo sonha com uma cozinha Pinterest ou um quarto como aqueles das revistas, mas se você gastar todo o seu orçamento nisso, quando o telhado está com um vazamento ou os canos do banheiro estão velhos e enferrujados, tanto faz o tipo de cozinha que você tem. Não ignore as questões estruturais da sua casa ou apartamento e cuide delas antes de pensar na estética.

2.Não se ater a um planejamento

Uma das coisas mais comuns do mundo é você perceber a reforma acontecendo e pensar em outras coisas que gostaria de mudar ou adaptar no meio do caminho. Isso, óbvio, vai acabar saindo mais caro para você. Para evitar esse gasto extra, coloque no papel – em um contrato ou outro documento com o seu empreiteiro – tudo o que você quer que seja feito e se mantenha firme nesse planejamento. É fácil você reformar os quartos e achar que a sala ficou sem graça em comparação, e aí decidir mudá-la também de última hora.

3.Ignorar medidas de segurança

É muito tentador você deixar de usar os óculos de proteção na hora de cortar um pedaço de madeira, não se atentar se os empreiteiros estão usando capacetes em um caso de obra mais pesada ou até deixar de usar máscaras ao pintar o teto da sala e luvar para lidar com os materiais de construção. Mas nada disso vale a conta do hospital caso ocorra algum acidente. Garante a sua segurança e todos os envolvidos durante toda a reforma, ok?

Sempre contrate uma empresa de confiança, que abra todo o projeto com você, sem surpresas.

Tire todas as suas dúvidas, entenda o processo da sua reforma, e acompanhe cada passo, fique sempre por dentro ou exija relatórios do desempenho da reforma.

 

Instalação de sistema de energia solar em imóveis ajuda a reduzir as despesas com a conta de luz

placa_fotovoltaicaCom os aumentos constantes na conta de luz, uma opção interessante é instalar um sistema de energia solar, o que reduzirá bastante o custo no fim do mês e representa uma boa economia. Gerar a própria energia por meio de um sistema fotovoltaico (SFV) é um desejo crescente entre a população. “Hoje, é muito comum pessoas fazerem a instalação de placas na hora em que estão construindo suas casas. Além de possível, dimensionar o SFV em conjunto com o projeto da casa, é muito benéfico para a futura instalação e desempenho do sistema. A razão é que, quando o projeto é desenvolvido paralelo ao da casa, os engenheiros têm a liberdade de fazê-lo de maneira otimizada”, garante Ruy Fontes, analista de marketing da Blue Sol Energia Solar.

“Assim, a equipe poderá decidir qual a melhor orientação e inclinação para o telhado, no qual serão instalados os módulos fotovoltaicos, além de sugerir o espaço mais indicado e seguro para alocar o inversor e demais equipamentos, reduzindo a quantidade de cabos usados e garantindo um SFV devidamente alocado e integrado à residência. Dessa forma, o melhor momento para o cliente solicitar o orçamento do sistema é antes de finalizar o projeto de sua casa ou antes que a laje seja concretada. Tudo isso resultará na redução de custo e tempo para a instalação do SFV, além de garantir uma maior eficiência do mesmo, aumentando a lucratividade e reduzindo o tempo de retorno no investimento”, ressalta o executivo.

INFORMAÇÕES 

“Entretanto, muitos clientes que buscam a tecnologia já estão mais avançados na construção de suas casas, às vezes já contando com o projeto civil e elétrico elaborados. Quando os projetos arquitetônico e civil já estão prontos, com a estrutura da casa definida, a equipe de engenharia deverá então, munida desses documentos, estudar diversas informações necessárias para a futura instalação das placas”, salienta Ruy. “A primeira delas é o telhado da casa, no qual serão fixados os módulos fotovoltaicos. Fatores como a orientação e inclinação, tipo (metálico, fibrocimento etc.), armação, área disponível e possíveis sombreamentos são algumas das informações analisadas”, diz o analista de marketing.

Ruy explica que a equipe deverá avaliar também o suporte (vigas) da construção, a fim de certificar qual o peso que ela poderá suportar, bem como as áreas disponíveis para acomodação do inversor interativo. A partir do projeto elétrico, a equipe averiguará as informações necessárias para a instalação elétrica do sistema fotovoltaico. Serão conferidos, nessa parte, os eletrodutos disponíveis na obra e o padrão de entrada da casa (mono, bi ou trifásico, disjuntores e amperagem usados), além do local de instalação do quadro de distribuição geral e o disjuntor de entrada.

DIMENSIONAMENTO 

O executivo ressalta que um dos pontos mais importantes, senão o mais importante, a serem destacados é a forma como será feito o dimensionamento do SFV. “Afinal, se ainda não existe consumo elétrico, como calcular a geração do sistema? Porém, embora o consumo exato não possa ser estipulado, é possível chegar a um valor bem próximo por meio do estudo e cálculo de alguns fatores que interferem diretamente nessa demanda. O padrão de consumo do cliente é o primeiro, e mais fácil método para podermos chegar ao tamanho aproximado do futuro SFV, e consiste em analisar a média de consumo da antiga propriedade do cliente.”

No entanto, ele ressalta que o consumo da nova residência não irá, necessariamente, corresponder ao da antiga. “Então, para calcular mais precisamente o tamanho do sistema, a equipe também deverá fazer uma análise dos equipamentos elétricos de maior potência que serão usados, como chuveiro elétrico, ar-condicionado, eletrodomésticos e bombas d’água, entre outros. Por fim, a análise da quantidade de pessoas que morarão na casa e a rotina delas também fazem parte dos dados analisados. Caso os habitantes sejam um casal que pretende ter filhos no futuro, dimensionar o sistema já pensando nesse aumento do consumo é sempre o mais recomendado, em vez de expandi-lo mais adiante”, salienta Ruy.

Fonte: Lugar Certo