QUANDO USAR MÓVEIS PRONTOS OU SOB MEDIDA

 

A principal diferença entre os móveis prontos e os móveis sob medida é o preço. Em geral, os móveis prontos tendem a ser mais baratos, devido à sua produção em larga escala, embora existam sempre diferenças de valor baseadas também na qualidade dos materiais ou na espessura e acabamento das peças, que determinam sua resistência e durabilidade.

Porém, comparando móveis de mesma qualidade, os prontos costumam sair ganhando, já que são produzidos e vendidos aos montes.

No entanto, em algumas situações os móveis sob medida oferecem um resultado muito melhor, pois se encaixam mais adequadamente às funções e ao espaço disponível, especialmente em espaços pequenos, com formas inusitadas ou que precisem guardar objetos específicos, de tamanhos bem definidos.

É preciso, então, analisar se existem móveis soltos que possam ser eficientes em cada situação, e se houver, o bolso agradece. Senão a solução é partir para os móveis sob medida mesmo, que às vezes vale o investimento.

 

 

Na categoria de móveis sob medida, existem as marcenarias e as lojas de planejados. A diferença entre os dois é que a marcenaria é sob medida mesmo, do início ao fim, com poucas restrições de tamanho e forma. Já os planejados, por serem feitos com peças feitas em fábricas, com tamanhos modulados, não oferecem tanta liberdade de criação aos projetos. Porém, por serem um intermediário entre o processo de produção “artesanal” da marcenaria e a linha de produção básica dos móveis prontos, os planejados são muitas vezes mais baratos do que a marcenaria e ao mesmo tempo um pouco mais versáteis do que as peças prontas, se considerarmos materiais similares.

Mas para valer a pena usar móveis planejados, as medidas têm que seguir a padronagem do fabricante, caso contrário o preço fica muito maior do que se a mesma peça fosse produzida em marcenaria.

 

 

Essa é a situação quando comparamos esses três tipos de móveis. Se analisarmos os preços de maneira mais ampla e geral, no entanto, a diferença entre um fornecedor e outro pode ser enorme, e tem a ver com a margem de lucro de cada um, com vantagens de qualidade e de serviço, entre outros fatores. Podem existir, assim, móveis prontos mais caros do que os de uma marcenaria mais simples, por exemplo.

Por isso é preciso sempre fazer um balanço entre o que se está disposto a gastar para ter produtos de maior ou menor qualidade, e em paralelo fazer uma análise do projeto em si, para ver se os móveis prontos podem ser uma opção eficiente ou se não funcionam para determinadas situações e por isso devem ser descartados, integral ou parcialmente.

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Fonte: Dicas de Arquitetura

Como trocar um reator de lampadas fluorescente

Imagine que você esta na frente de uma lampadas fluorescente. Aparentemente, ela esta queimada.

O primeiro passo e verificar se a lâmpada esta realmente queimada, se mesmo assim não acender, o problema será um pouco além, poderá ser o reator.

O reator é quem a função de adequar a corrente elétrica para um melhor desempenho, e também define a durabilidade da lâmpada fluorescente.

O reator é um composto por uma caixa onde estão os circuitos modulares, e por fios elétricos que saem da caixinha.

Estes fios serão ligados nos interruptores e nas lâmpadas.

No reator, vem uma etiqueta, com as especificações para realizar a instalação de forma correta. E extremamente consultar as instruções para saber onde conectar os fios corretamente.

Existem alguns tipos de reatores, os para uma, duas ou varias lâmpadas.

Para escolher o reator adequado leve o antigo para a loja, onde poderão lhe fornecer o mesmo, ou algum semelhante. Ou procure se enformar sobre seu reator e assim peça um ao vendedor.

Como fazer a troca:

– Desligue a fonte, pelo disjuntor ou pelo quadro de força.
– Desmonte a lâmpada. Dependendo do modelo da luminária, poderá estar ao lado, em cima no forro ou teto.
– Desconecte a lâmpada do soquete, e a guarde, pois esta lâmpada poderá não estar queimada.
– Acesse o reator.
– Corte os fios que ligam o soquete no reator, e os fios que estão conectados com a energia do local.
– Agora iremos ligar o reator, como havia já dito, ah uma etiqueta ao lado do reator, com as especificações de como instalar.
– Em par de fios que variam entre as cores brancas, vermelhas e azuis, deverão ser ligado um de cada lado do soquete da lâmpada.
– Depois desses 7 passos, iremos conectar os fios que iram receber a alimentação de energia. Procure se enformar qual o tipo de energia do local, 220v ou 110v. se for 220v utilize os fios marrom e preto. Se for 110v utilize os pretos e brancos. (poderão ser variadas de acordo as marcas).
– Conecte a lâmpada e ligue o disjuntor, teste se esta tudo funcionando, antes de montar novamente.
– Se estiver tudo “ok”, desligue novamente a energia, assim termine a montagem. E religue o reator.

Dicas

– Existem alguns modelos de reatores. Tenha certeza que na hora de sua compra, você tenha adquirido o modelo correto. Tire uma foto ou o mais adequado é levar o reator.
– Um reator dependendo do modelo serve para varias lâmpadas. Olhe sempre a orientação corretamente, que esta no corpo do reator. É importante fazer a consulta a etiqueta pois dependendo do reator,

– você devera fazer a ligação dos fios de diferentes cores, ou em alguns casos, algumas lâmpadas devem ser conectados todos os fios da mesma cor.
– Se a luminária tiver mais de uma lâmpada, pode conter mais de um reator.
– A etiqueta contém a letrinha pequena, aconselhamos que você tire uma foto para melhor visualização.

Tenha sempre o contato de um eletricista competente e de confiança, que pode ser facilmente encontrado pela FazTudo.Online. Assim, você garante que tanto a instalação quanto a troca de lampadas sejam bem-sucedidas

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Fonte: Portal do Eletricista

Saiba os pisos ideais para a garagem

Opte pelo piso antiderrapante, principalmente se a garagem é descoberta

 

O piso da garagem precisa atender a alguns fatores para que haja segurança no local, pois os veículos são pesados e geram sujeira, como manchas da borracha do pneu e de óleo que pode vazar. Na hora de escolher o piso considere a resistência, aspereza, durabilidade, facilidade de limpeza e de manutenção. Veja, abaixo, as melhores opções de materiais para o local.

 

A segurança deve ser a maior preocupação

Não escolha qualquer material. Um grande erro é achar que por ser uma área externa ou em que as pessoas não vão ficar, você pode colocar qualquer piso. Atenção: Prefira produtos de marcas confiáveis, indicadas para esse uso, resistentes a alto tráfego e antiderrapantes.

De modo geral, os pisos mais fáceis de limpar são lisos e escorregadios. Os antiderrapantes, são irregulares, o que dificulta a limpeza, mas não escorregam.

Opte pelo piso antiderrapante, principalmente se a garagem é descoberta. Isto previne acidentes domésticos em dias chuvosos. E se você escolheu um piso poroso, como as pedras naturais e os cimentícios, lembre-se que eles necessitam de cuidados especiais, como impermeabilizações periódicas, para evitar que fiquem encardidos.

As peças polidas são lindas, mas o contato dos pneus podem riscá-las, além de serem escorregadias em contato com a água.

Para escolher o piso mais adequado avalie os custos, a estética, a resistência, a facilidade de instalação, a segurança e a frequência de manutenção.

 

Faça uma boa base e capriche no contrapiso

Preste atenção na base para assentar o piso, que deve ser bem resistente. Se for feito de qualquer jeito, pode afundar com as altas cargas de deslocamento do veículo ou soltar o piso.

Acabou o dinheiro? É possível utilizar o contrapiso de concreto na garagem. A desvantagem é que fica mais difícil para limpar.

 

Conheça alguns pisos

Há muitas opções de materiais que podem ser usados: pedra miracema, ladrilho hidráulico de calçada, paralelepípedo, mosaico português, além dos já conhecidos revestimento cerâmico e porcelanato. No caso de piso cerâmico ou porcelanato, procure por peças indicadas para locais de alto tráfego, pois são mais resistentes. Saiba mais sobre alguns deles:

Pedras

As pedras brutas são resistentes e têm superfície antiderrapantes. Algumas boas opções são as pedra miracema, são tomé e góias. Cuidado com as lisas e escorregadias, como granitos e mármores polidos, existem acabamentos como o levigamento para que ele fique antiderrapante. Se você optar por usar pedra, use também uma resina protetora aplicada sobre a pedra pra diminuir a porosidade e evitar manchas.

Placas cimentícias

As placas – feitas com concreto de alto desempenho– têm a vantagem de apresentarem boa resistência e durabilidade e mantêm o piso mais frio, porque absorvem menos calor. São peças de grandes formatos e aplicadas com juntas para dilatação.

Depois de assentá-las sobre o contrapiso, é recomendável aplicar uma camada de resina protetora para reduzir a absorção de água e gordura, facilitando a limpeza. A reaplicação desta resina deve acontecer anualmente.

Piso intertravado

São pisos de concreto para áreas externas. A grande característica do piso intertravado é permitir que o solo continue absorvendo água – uma questão bem importante para os centros urbanos. É um tipo de piso resistente, antiderrapante e que pode ser encontrado em vários formatos: piso sextavado, piso raquete, piso retangular, piso quadrado. E os modelos são convencional, piso drenante/jardim e piso grama.

O convencional é inteiro de concreto e permite menor absorção de água só pelas juntas (encontro entre as peças). O pisograma é como uma moldura de concreto que permite o cultivo de grama no centro. Ele é semipermeável e resistente ao tráfego de veículos. Seu uso garante até 60% de permeabilidade do solo. Já o drenante em concreto poroso, que é encontrado em diversos desenhos, garante até 95% de permeabilidade do solo.

Ladrilho hidráulico

O ladrilho hidráulico tem peças de diversos tamanhos: 15×15, 20×20, 40x40cm e grande variação de modelos e cores. É antiderrapante, mas é muito poroso. Por isso, pode acumular sujeira e ficar com aparência de encardido. Sua resistência é muito alta, tanto que ele é muito utilizado em calçadas com grande fluxo de pessoas.

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Fonte: 100pepinos

Elétrica

 

Este guia é para quem vai contratar um profissional para fazer instalação elétrica ou manutenção em sua casa e quer controlar melhor a qualidade

 

O BÁSICO

Muita gente confunde elétrica com iluminação e fica preocupada apenas com as lâmpadas e lustres. A instalação elétrica vem antes e inclui todo conjunto de cabos, interruptores e tomadas que garante energia para a casa inteira. Se for mal feita ou mal dimensionada pode causar incêndios e choques graves onde nem se espera – como na porta da geladeira, por exemplo.

Para acompanhar a qualidade da sua obra elétrica preste atenção em três principais coisas: (1) organização do quadro de energia (caixa de força), (2) tipo de cabos que seu eletricista pede e usa e (3) quantidade e posição dos pontos de energia nos cômodos. E, claro, não aceite gambiarras, não autorize emendas, nem fios desencapados ou cabos passando fora de conduítes – vai sair mais caro no final!

 

Instalação elétrica “vence”!

Se sua casa tem mais de dez anos, provavelmente você precisará fazer uma manutenção de elétrica. Os próprios cabos podem começar a apresentar problemas nos pontos de junção e dobras, especialmente se a sua casa tem ou teve problemas com umidade, infiltrações etc. Além disso, hoje em dia , as pessoas tem muito mais aparelhos eletrônicos em casa , mas as instalações não foram planejadas para isso. Planejar é importante em qualquer obra, mas com elétrica é fundamental, portanto aproveite o momento da reforma e peça uma avaliação das instalações elétricas da sua casa.

 

Circuitos de energia organizados

O quadro de distribuição (de energia) é o ponto de controle da energia na sua casa. A energia da rua chega nela por um cabo especial, mais grosso, passando pelo medidor de luz. De lá, a energia vai até os pontos (tomadas, lâmpadas, chuveiros elétricos etc.) via cabos mais finos. Cada conjunto de cabos que sai do quadro de distribuição e percorre vários pontos em casa se chama circuito. Cada um desses circuitos começa no quadro com um disjuntor (ou fusíveis nas casas antigas).

Você deve garantir que na sua casa sejam feitos vários circuitos, ou seja, no seu quadro de força você deve ter, pelo menos, quatro disjuntores instalados: um disjuntor específico para tomadas de uso comum, um para lâmpadas, um para tomadas da cozinha e, principalmente, um para cada chuveiro.

A regra geral é ter um circuito separado para aparelhos que consomem mais de 1800 Watts de energia (confira a potência na etiqueta ou embalagem do aparelho elétrico). Aparelhos potentes como torneira elétrica, micro-ondas e ar condicionado, precisam de um disjuntor exclusivo para cada um deles. Exija isso do seu eletricista e teste todos os circuitos ligando e desligando os disjuntores antes de aceitar o trabalho.

 

Fios e cabos certos

Um bom eletricista deve te pedir cabos de cores e grossuras (ele vai chamar isso de bitola) diferentes e vai explicar o porquê. Não aceite material sem certificação de qualidade INMETRO, o risco é muito grande.

As grossuras (bitolas) dependem do tipo de circuito – quanto mais grosso, mais potente (e mais caro). Os circuitos mais potentes são para ligar chuveiro. aquecedor de água elétrico, ar condicionado e eletrodomésticos da cozinha (a chamada linha branca). Para eles o eletricista deve te pedir bitolas de 4 ou 6 mm²; para tomadas comuns 2,5 mm² e para luminárias, 1,5 mm² no mínimo.

As cores dependem da finalidade do cabo e são regularizados pelas normas da indústria. São três principais tipos de cabos que você terá em sua casa: terra (para segurança contra curto circuito e choques) – cor verde ou verde/amarelo, neutro (sem corrente elétrica) – azul; e fase (sob tensão elétrica) – preto, marrom ou vermelho.

Os cabos podem passar por dentro ou por fora da parede. De qualquer maneira os cabos devem ficar sem contato direto com a parede, dentro dos conduítes (são tubos ou mangueiras especiais). Peça um plano de instalação ao eletricista e veja se os fios fazem o mínimo possível de curvas. Isso facilita a manutenção e aumenta a vida útil dos cabos.

 

Luz e tomadas sem falta

Para decidir a quantidade de tomadas, pense nos aparelhos que vai conectar. Na duvida é melhor ter tomadas sobrando do que fazer gambiarras. Para sua referência, planeje pelo menos uma tomada a cada 3,5 metros de parede na cozinha, e uma a cada 5 metros nos quartos e salas. No banheiro, tenha pelo menos uma tomada e garanta que ela fique pelo menos a 60cm de distância do chuveiro pra evitar choques.

Na cozinha e na área de serviço, é bom planejar algumas tomadas de 220V, pois alguns aparelhos podem precisar desta tensão. Essas tomadas devem ser marcadas com cor diferente para evitar queimar os aparelhos com tensão padrão de 110V.

Também planeje os pontos em que irá colocar iluminação e a localização deles no ambiente.

 

 

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Fonte: https://100pepinos.com.br/eletrica/