SAIBA COMO INSTALAR VENTILADOR DE TETO EM 6 PASSOS

Confira o passo a passo e saiba como instalar ventilador de teto sem precisar de um especialista!

 

Econômicos, os ventiladores de teto são uma boa pedida nos dias mais quentes. Além de produzirem menos barulho que alguns equipamentos convencionais, eles dispersam melhor o ar pelos ambientes e ainda dispõem de outras funcionalidades — como o exaustor, por exemplo.

Com tantas vantagens, é crescente o número de pessoas que buscam o equipamento para as suas residências. Por outro lado, também são muitos os que tentam instalar o ventilador de teto sem o auxílio de um profissional. Afinal, não há tanto mistério no processo de instalação.

Para que tudo ocorra sem problemas, no entanto, é necessário ter atenção e cuidado com alguns detalhes que fazem toda a diferença. Por isso, preparamos este post para te ensinar como instalar ventilador de teto! Acompanhe:

 

Materiais necessários para a instalação

A primeira coisa que você precisa fazer é conferir se tem todos os objetos necessários para realizar a instalação do seu ventilador de teto. Aqui, uma dica antiga que nunca falha é: tenha sempre à mão um bloco de notas e vá checando os itens à medida que for conferindo. Vamos começar?

Antes de tudo, tire o seu ventilador da embalagem, pegue os fios (garanta uma quantidade suficiente para a instalação e para reservas) e lâmpadas. Também tenha em mãos:

– trena;
– furadeira;
– chave de fenda;
– alicate universal;
– chave Philips;
– chave teste;
– escada
– fita isolante;
– passa fios;
– parafuso;
– buchas.

 

Alguns cuidados essenciais

Para evitar acidentes, é crucial lembrar de desligar a energia geral na caixa de força antes do início da instalação do equipamento. Em seguida, você deve identificar três fios: terra, neutro e fase. Geralmente, o fio verde é o terra, mas é sempre recomendável fazer um teste com a lâmpada, para garantir.

O teto onde o ventilador será instalado precisa ser capaz de suportar, no mínimo, 25 kg e ter uma altura igual ou superior a 2,3 m. Também, deve-se manter sempre uma distância segura entre o ventilador e acessórios como lustres, móveis e a parede.

Você não pode segurar o ventilador apenas pelos fios, pois, assim, corre o risco de derrubá-lo, além de causar danos aos fios. Para isso, busque usar as peças dispostas no kit de instalação que acompanham o equipamento. Confira também se as pás do ventilador estão bem presas à peça principal, ou seja, à carcaça.

Por fim, o ventilador é instalado junto à fiação fixa. Assim, quando há ligações bifásicas, é necessário usar o disjuntor bipolar para efetivar o desligamento do ventilador.

 

A preparação da fiação

Serão necessários cinco fios para ligar o ventilador à chave de energia: dois para o motor, dois para a lâmpada e um para o fio terra. Se um desses fios não for instalado, você deverá utilizar um fio extra da parede até o teto. Nesse caso, use o passa fios para lhe ajudar.

Dica: para evitar problemas, procure checar a situação da sua fiação antes de iniciar todo o processo de instalação.

A montagem do ventilador

Enfim, é hora de colocar a mão na massa! Utilize sempre o manual do fabricante como apoio para instalar o ventilador. Se o seu equipamento tiver lâmpadas ou lustres, deixe para colocá-los no final de todo o processo. E não se esqueça de fazer tudo com a chave desligada.

Vejamos o passo a passo:

 

1. Passando os fios

Pegue os fios das lâmpadas e passe-os dentro do niple (pequeno cano auxiliar de inox). Os fios do ventilador e do lustre são passados por dentro da haste, saindo para fora da base.

 

2. Encaixando a haste

Coloque a haste no motor, fixando-a. Deixe a abertura maior virada para os fios. Em seguida, prenda o pino de fixação. Passe os dois fios (soquete e motor) por dentro da haste e, na sequência, coloque o pino de segurança na haste.

 

3. Fixando o suporte no teto

Com as buchas e os parafusos, faça furos no teto e coloque o suporte. Prenda o ventilador nele e cheque se existe alguma folga. O equipamento não deve ficar totalmente preso — é necessário permitir o movimento para quando ele estiver em uso.

Como forma de segurança, é recomendável fixar o ventilador na laje, porém, caso o teto seja de madeira ou gesso, é possível colocar um suporte auxiliar para segurar o aparelho por dentro da laje. Você encontra as peças necessárias (canaleta de alumínio auxiliar e suporte de aço) em qualquer loja de construção.

 

4. Ligando os fios do teto

Primeiro, conecte os fios fase do lustre e do motor ao fio fase da rede. Em seguida, conecte o retorno da lâmpada ao retorno da chave controle. Para concluir, ligue o fio exaustão ao fio de ventilação do motor ao capacitor. Encape tudo utilizando a fita isolante.

 

5. Ligando os fios na chave de controle

Troque o interruptor pela chave de controle que acompanha o ventilador. Depois, conecte o fio da chave de controle no retorno da lâmpada. Conecte os dois fios da chave aos fios do motor, e o fio de alimentação à energia. Lembre-se de isolar o outro fio. Finalize, então, encapando as ligações com fita isolante.

 

6. Finalizando

Ao final, coloque as lâmpadas e o lustre. Utilize a trena para medir a distância das pás no teto: se uma delas não estiver nivelada, movimente-a junto à base do motor até que ela se ajuste às demais. Cheque, então, se os parafusos estão firmes e apertados.

Depois de tudo isso, se o equipamento não funcionar por qualquer motivo, desligue-o no interruptor e entre em contato com um profissional especializado. Você também pode contatar a assistência técnica responsável pelo produto, mas, em alguns casos, você perde o direito de garantia pelo não funcionamento quando não pode comprovar que o dano não foi causado por sua conta.

Lembre-se de checar sempre a potência da lâmpada nas orientações dispostas no manual de orientação do fabricante do ventilador de teto. Cada modelo pede uma voltagem e, se você utilizar a potência errada, pode acabar causando problemas no equipamento, como o derretimento de lustres ou peças de plástico.

Enfim, viu como instalar ventilador de teto é possível? Basta tomar alguns cuidados para garantir a segurança — sua e do seu aparelho. E agora, com as nossas dicas, ficou bem mais fácil!

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Fonte: Triider

PASSOS PARA EVITAR VAZAMENTOS DE ÁGUA

Prevenção e método de detecção eletrônica resolvem o problema, o que garante uma economia na conta. Confira algumas dicas básicas

 

Para evitar multas e acréscimo no valor da fatura, um ponto de atenção, tão importante quanto o uso racional da água, é a detecção de vazamentos. Mesmo os de pequena proporção podem encarecer a conta de consumo.

 

Feche todas as torneiras, interrompendo o uso da descarga e de todos os aparelhos ou equipamentos que usam água

 

Desperdício

Especialistas destacam que até os pequenos vazamentos são vilões da conta de água, podendo causar grandes perdas físicas. Fazer a manutenção em torneiras, válvulas, bóias de caixas e registros pode representar até 25 % de economia no consumo de água.

De acordo com a Sabesp, uma torneira pingando desperdiça quase 1,5 mil litros de água mensalmente. Já o problema em uma válvula de descarga do sanitário pode acarretar em uma perda de até 4,3 mil litros de água em um mês, enquanto que um filete de apenas 4 mm em um encanamento representa uma perda mensal de 13.260 litros.

 

Caçando vazamentos

Muitos vazamentos em canos e torneiras residenciais podem ser facilmente encontrados. Para isso, especialistas recomendam a adoção de técnicas simples e um pouco de paciência para observação.

 

Leia o relógio (hidrômetro). Sem fechar os registros, anote o número marcado no visor do hidrômetro, esperar uma hora e refazer a leitura. Caso o ponteiro tenha andado e o número no visor sofrido alteração é sinal de vazamento na casa

 

Para caçar vazamentos em casa, siga os seis passos seguintes para evitar desperdícios, diminuir o preço da conta e economizar até com serviços de um profissional. Confira:

1- Feche todas as torneiras, interrompendo o uso da descarga e de todos os aparelhos ou equipamentos que usam água.

2- Leia o relógio (hidrômetro). Sem fechar os registros, anote o número marcado no visor do hidrômetro, esperar uma hora e refazer a leitura. Caso o ponteiro tenha andado e o número no visor sofrido alteração é sinal de vazamento na casa.

3- Nos canos alimentados por caixas d’água, marque o nível da água da caixa e verificar, depois de uma hora se houve alterações. Caso o nível tenha baixado, é sinal de que há vazamentos na tubulação ou sanitários.

4- Nos vasos sanitários com caixa acoplada, retire a tampa da caixa e pingar algumas gotas de corante. Após alguns minutos, observe se o vaso ficou colorido.

 

Nos vasos sanitários com caixa acoplada, retire a tampa da caixa e pingar algumas gotas de corante. Após alguns minutos, observe se o vaso ficou colorido

 

5- Nos jardins, note se há áreas com terra mais fofa e úmida ou plantas mais crescidas em uma área do que em outras. Isso pode indicar vazamento.

6- Faça um teste acústico. Dê batidas com a mão fechada na extensão do encanamento que percorre a parede e fique atento para sons diferentes. Vazamentos desse tipo também deixam sinais aparentes nas paredes, como relevos (bolhas) e manchas na pintura.

 

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Fonte: Revista Qual Imovel

COMO TROCAR O CHUVEIRO? DICAS PARA VOCÊ FAZER SOZINHO E COM SEGURANÇA

 

Como trocar o chuveiro? Quando o chuveiro queima, ninguém merece passar os dias a banho frio, né? Por isso, o post de hoje vai ajudar você a se virar nessa situação chata sem precisar gastar dinheiro com eletricista ou encanador.

 

Não pense que trocar o chuveiro é uma tarefa tão trabalhosa. Com jeitinho é possível fazer no seu tempo e ainda economizar com a mão de obra. Mas fique atento: a tarefa exige algumas precauções para não correr o risco de levar choques elétricos.

 

Veja abaixo o que é necessário, dicas de segurança e o passo-a-passo de como trocar o chuveiro e deixar o seu novinho em folha!

 

1. Escolha o chuveiro certo

A primeira coisa a se fazer é saber qual a voltagem da casa. A partir daí, escolha o modelo de chuveiro que mais se adequá ao tamanho do seu box e às suas necessidades. A hora do banho é um dos momentos mais agradáveis do dia e merece uma atenção especial. Por isso, não leve somente em consideração o preço dos chuveiros e sim a vazão de água, a pressão, o gasto de energia e a qualidade do material. Muitas vezes vale a pena investir um pouquinho a mais para ter aquele conforto merecido.

Existem muitos modelos disponíveis no mercado: a gás, elétrico e com energia solar, por exemplo. Basta escolher o seu.

 

2. Desligue a energia

Comprado o novo chuveiro, é preciso retirar o antigo. Antes de qualquer movimento, é imprescindível desligar a energia elétrica alternando o disjuntor do banheiro. Em instalações mais modernas, é possível encontrar uma pequena tomada ao lado do chuveiro e, neste caso, é ela quem deve ser desligada.

Se houver energia correndo pelos fios enquanto troca o aparelho, o choque será certo.

 

3. Desligue o registro

A água também deverá ser cortada para fazer esta manutenção. Procure o registro do imóvel e feche-o.

 

4. Materiais necessários

Pouca coisa: chave de fenda, fita veda-rosca e fita isolante.

 

5. Retirando o chuveiro velho

Primeiro, retire todas as fitas isolantes do aparelho antigo. Depois, com a chave de fenda, desconecte todas as ligações elétricas de cabos e fios. São três fios: dois para a rede elétrica e um fio terra que, obrigatoriamente, é na cor verde.

Feito isso, desrosqueie o chuveiro antigo da parede com delicadeza e com as duas mãos para evitar que o cano se quebre ou que o aparelho caia no chão.

 

6. Vede o cano

Agora, utilize a fita veda-rosca para isolar o cano que sai da parede. Por segurança, passe umas oito voltas da fita no sentido horário. Esse procedimento é fundamental para que não haja vazamentos.

 

7. Instale o novo chuveiro

Com a chave de fenda, parafuse os novos fios no conector e certifique-se de que estão bem apertados. Do contrário, o fio esquenta com a resistência, derrete e desliga o disjuntor. Ou seja, você pode estar tomando banho e a energia toda da casa cai de repente. Ninguém quer que isso aconteça, não é?

 

8. Use a fita isolante

Vede todas as conexões com a fita isolante. Ela evitará possíveis choques.

 

9. Finalize com a mangueirinha

O último passo da instalação do chuveiro é a mangueirinha, que deverá ser afixada no local conforme o manual de instruções da marca do chuveiro.

 

10. Certifique-se de que está tudo certo

Lembre-se de que antes de ligar a chave geral é importante abrir o registro e deixar a água correr por alguns minutos. Esse procedimento evita que a nova resistência queime, e possibilita identificar possíveis vazamentos por conta da má vedação.

Se tudo estiver correndo bem, desligue o chuveiro e religue a chave da energia elétrica.

 

Dicas básicas de segurança

Agora que você já sabe como trocar o chuveiro, é importante ver algumas dicas: sempre que for trabalhar com qualquer tipo de instalação elétrica, certifique-se de que não há nenhuma área molhada por perto ou que não esteja com o corpo molhado. Nem pense em trocar o chuveiro durante o banho! Nunca troque o chuveiro descalço, esteja sempre com sandálias ou sapatos com solado de borracha.

Se tiver inseguro sobre como trocar o chuveiro, contrate um profissional de confiança.

 

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Fonte: Bidu

Ferramentas do eletricista, quais adquirir?

 

Na lista de ferramentas para eletricista, qual não pode faltar? Você alguma vez já se fez esta pergunta? Seja você um eletricista montador, eletricista predial ou outro, neste artigo vamos falar qual é o kit de ferramentas ideal e mostrar como o uso das ferramentas corretas é muito importante para desempenhar um bom trabalho. Vamos lá pessoal!

Para trabalhar com eletricidade é necessário contar com diversas ferramentas! É importante conhecer a utilização destes equipamentos para não investir em algo que quase não irá usar ou pior ainda, deixar de comprar uma ferramenta que será muito útil diariamente. Na sequência deste artigo, vamos mostrar quais as principais ferramentas que o eletricista deve ter.

Ferramentas para eletricista: Como escolher?

A lista que vamos apresentar inclui ferramentas quase que obrigatórias e algumas de uso mais específico, mas que é de grande serventia para o eletricista. Analise bem a sua área de atuação e o tipo de serviço que costuma realizar, certamente vai perceber que algumas ferramentas são muito mais importantes que outras, observe bem quais são as prioridades.

Ferramenta eletricista: Chave de fenda

Esta talvez seja a ferramenta mais utilizada pelo eletricista e pode ser encontrada quase que em todas as residências. Seja eletricista ou não, a maioria das pessoas possui uma chave de fenda exatamente pela grande utilidade dela. Para os profissionais que trabalham com instalações elétricas, é muito importante ter pelo menos duas chaves de fenda, uma pequena que servirá para os pequenos parafusos que são utilizados para prender fios em terminais de interruptores e tomadas por exemplo, e uma grande que será usada em parafusos maiores que atuam na fixação dos interruptores por exemplo.

Ferramenta eletricista: Chave Philips

Além das chaves de fenda, é indispensável contar com uma chave Philips, visto que muitos dispositivos elétricos como os disjuntores e vários aparelhos eletrodomésticos possuem componentes presos com parafusos Philips. Muitos profissionais utilizam a chave de fenda nestes parafusos e por mais que possa funcionar no primeiro momento, a utilização de uma chave inadequada irá danificar o parafuso e comprometer a sua eficiência.

 

Ferramenta eletricista: Furadeira

As furadeiras elétricas são ferramentas de extrema importância para o eletricista. Neste aspecto, além da furadeira de qualidade, você precisará de um bom jogo de brocas para metal e para cimento. Existem no mercado vários modelos e tipos de furadeira, na imagem abaixo está a furadeira S8010 fabricada pela Starrett que é um ótimo equipamento. Na hora de comprar a furadeira, observe bem as especiações de cada modelo e não compre pensando apenas no menor preço, já que isso pode se tornar caro no futuro.

 

Furadeira S8010 da Starrett

 

 

Ferramenta eletricista: Alicate de corte lateral

Essa ferramenta é muito útil para cortar os fios e ter um alicate pequeno com cabo isolado é indispensável para os trabalhos com eletricidade. Sendo assim, ter em mãos um alicate de corte pode te ajudar em várias outras tarefas relacionadas com as instalações elétricas.

 

Ferramenta eletricista: Alicate de ponta fina

Este equipamento pode ser útil quando você precisar dobrar ou puxar pontas de fios por exemplo. Também são ótimos para quando o eletricista precisar segurar partes de algum componente em uma determinada posição.

 

Ferramenta eletricista: Alicate desencapador de fios

Esta dica se assemelha com a da utilização da chave Philips, vários eletricistas usam outros tipos de alicates para descascar os cabos e isso não é correto. A ferramenta especifica para desencapar os fios é de fácil utilização e além de garantir um resultado eficaz, evita danos nos cabos que podem causar problemas graves futuros.

 

Ferramenta eletricista: Lima

O uso de uma lima pode ser de grande serventia em diversos trabalhos como por exemplo, remover a oxidação em uma peça de metal ou acertar uma superfície para utilidades diversas. O indicado é que o eletricista disponha de uma pequena e uma grande. Na imagem abaixo você pode ver uma lima da linha da Starrett, estas limas são materiais de ótima qualidade e que certamente irá atender as suas necessidades.

 

Conheça a lima para eletricista da Starrett

 

Ferramenta eletricista: Sonda

A sonda que também é conhecida como arame de passar fios, é um equipamento indispensável no kit de ferramentas do eletricista. A sonda é composta por um arame de aço que foi fabricado para percorrer facilmente dentro dos eletrodutos, ela é usada para passar os fios que serão usados em uma instalação elétrica.

 

Ferramenta eletricista: Multímetro

Outro equipamento indispensável para o bom eletricista é o multímetro. As diversas utilidades e o seu preço relativamente baixo justificam o investimento! Para você ter ideia da importância desta ferramenta, ela serve para testar praticamente todos os aparelhos que funcionam com eletricidade, além é claro da instalação em si.

 

Ferramenta eletricista: Arco de serra

O arco de serra também é importante para os trabalhos de corte e preparação de certas partes metálicas. Atualmente no mercado existe também o mini arco de serra como este da imagem abaixo, eles são fabricados pela Starrett e desempenham diversas funções que o arco de serra comum não consegue como cortes em profundidade por exemplo. Portanto, o ideal é que o eletricista tenha no kit tanto o arco de serra comum, quanto o mini arco de serra.

 

Conheça o mini arco de serra da Starrett

 

Ferramenta eletricista: Fita isolante

É impossível imaginar um eletricista que não tenha um rolo de fita isolante em sua caixa de ferramenta não é mesmo? Exatamente, esse equipamento não pode faltar em hipótese alguma no dia a dia do eletricista. Existem vários tipos e cores e a sua utilização pode variar, então pesquise bem qual é o tipo mais adequado para a atividade que irá realizar.

Além das ferramentas citadas, o eletricista pode contar com várias peças que são comuns nos trabalhos. Dentre elas podemos citar tomadas, interruptores, lâmpadas, fusíveis e etc. Quanto mais equipamentos você tiver, menores serão os imprevistos e maior será o seu campo de atuação.

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Fonte: Mundo da Elétrica

 

Ar Condicionado Portátil é Bom?

Saiba tudo sobre ar condicionado portátil: para quem é indicado, prós e contras. Ar condicionado portátil é bom ou ruim? Funciona mesmo? Saiba tudo lendo este artigo!

 

Quem deve comprar

Não posso mexer na estrutura da casa/apartamento

Instalar um ar condicionado split – ou mesmo um janela – precisa furar paredes. E pessoas que vivem em casas ou apartamentos alugados muitas vezes não podem mexer no imóvel porque o contrato as impede. Alguns condomínios impedem os moradores de instalar um aparelho do lado de fora do apartamento, o que elimina a possibilidade de instalar um ar condicionado split ou de parede. Se você é uma destas pessoas, não há muito o que fazer: você deve comprar ar condicionado portátil.

Fazer uma reforma dá trabalho

Instalar um ar condicionado split é fazer uma pequena reforma em casa, e isso dá trabalho. Escolher uma empresa de confiança, estudar orçamentos, supervisionar o trabalho, tudo isso leva tempo. Sem falar no preço que não é barato e na sujeira que uma reforma pede. Se você ficou cansado só de ler este parágrafo, um ar condicionado portátil é bom provavelmente será um boa compra para você.

Moro de aluguel e não quero gastar no imóvel

Normalmente quem vivem de aluguel não quer fazer grandes gastos de instalação – que um aparelho split ou de parede pede – porque não sabem quanto tempo viverão no local onde estão. Nesse caso se encaixam jovens universitários vivendo em apartamentos alugados, trabalhadores temporários ou quem tem intenções de se mudar logo.

Vivo em uma casa pequena

Modelos portáteis são adequados para ambientes até 20m². Você encontra no mercado ar condicionado portátil 12000 BTUs, 9000 BTUs e 7000 BTUs. Assim, se estiver pensando em um ambiente maior, ou compra dois aparelhos portáteis ou melhor partir para o split ou janela.

Se encaixou em algumas delas? Se sim, continue a leitura. Agora, vou te mostrar os prós e contras de se ter um ar condicionado portátil.

Vantagens

Não precisa fazer reformas de instalação

Este é o maior motivo pelo qual as pessoas optam pelo modelo portátil. Todo mundo torce o nariz quando percebe que para ter um split terá bastante trabalho na hora de instalar, sem contar o valor alto que se cobra pela instalação. Fora isso, ainda tem a questão da voltagem. A grande maioria das marcas no mercado são 220V, e se você mora numa cidade com voltagem 110V, provavelmente vai precisar mexer na parte elétrica da casa. Assim, um ar condicionado portátil acaba sendo prático e barato.

Poder levar para onde quiser

Ar condicionado portátil é bom porque ele não está fixo numa parede, confinado a um só cômodo. Você pode levá-lo para onde estiver na sua casa, na sala, no quarto, no escritório. Você pode levá-lo para qualquer lugar e, se seu carro tiver um porta-malas grande, você pode até transportá-lo para sua viagem na casa de praia.

Desvantagens

Antes de você tirar a conclusão de que ar condicionado portátil é bom mesmo, leia agora as desvantagens:

1. Precisa de uma janela perto

Você deve estar se perguntado a razão de precisar de uma janela por perto. Parece até aquelas pessoas que gostam de viajar sentados na janelinha. É mais ou menos isso e vou te explicar.

Para produzir ar gelado, todo ar condicionado – incluindo o portátil – precisa também eliminar ar quente. A ideia básica é jogar o ar frio para dentro do cômodo e o ar quente para fora da casa. A forma como isso será feito é o que diferencia os diferentes tipos de ar condicionado.

Por exemplo, o ar condicionado split possui dois aparelhos: a unidade interna (evaporadora) fica no cômodo produzindo o ar gelado e a unidade externa (condensadora) fica do lado de fora da casa eliminando o ar quente. As duas são ligadas através de um tubo.

No caso do ar condicionado de janela, as duas partes estão juntas numa peça só, mas como ele fica fixo na janela, o lado virado para dentro da sala solta o ar frio e o que está para o lado de fora solta o ar quente.

Finalmente, a versão portátil também é um aparelho só, mas neste o ar quente é eliminado através de um tubo cuja saída deve ser levada até a janela mais próxima. Ai surgem alguns problemas:

É feio – Para quem pensa no elegante split quando falam em ar condicionado, fica desanimado ao ver o portátil com aquele duto de 14cm de diâmetro saindo do aparelho, passando pela sala e saindo na janela.

O duto de exaustão é curto – Os dutos são sanfonados e medem em média até 2 metros, ou seja, o aparelho portátil precisa estar necessariamente até 2 metros da janela. Assim, se tiver um móvel perto da janela atrapalhando o duto, de duas, uma: ou você reorganiza os móveis de lugar, ou você passa calor, até porque o ar condicionado portátil é grande o bastante para ser considerado um móvel por si só. Algumas pessoas improvisam uma “extensão” para o duto aumentando seu comprimento para chegar mais longe mas não é aconselhável pois isso irá exigir mais força do aparelho podendo até danificá-lo.

Nem todo cômodo tem uma janela – Se o local onde você quer esfriar não tem uma janela por perto ou não tem uma janela, o jeito é colocar o tubo para fora da porta virado para o cômodo ao lado. O problema vai ser se neste outro cômodo estiver alguém….

A janela deve ser estilo francesa (corre de lado) – Para adaptar o duto na janela, as empresas criaram um suporte chamado de régua preso à janela, isolando o ar de fora com o de dentro. Mas esse sistema só funciona com janelas de correr. Assim, se o cômodo tiver uma janela basculante, você até consegue eliminar o ar quente para fora, mas como a janela ficará aberta, a versão portátil não será tão eficiente pois vai ter ar de fora entrando no cômodo.

2. Elimina água

Na verdade, todo ar condicionado seja ele split, janela ou portátil elimina água. Faz parte do processo de resfriar o ar. Assim, quem pretende comprar um, uma hora ou outra terá de lidar com o problema. Geralmente o portátil possui um reservatório com capacidade de até 20 litros e deverá ser trocado de 3 em 3 dias dependendo da umidade do local. Se a troca não é feita e o recipiente se enche de água, o sistema desliga automaticamente. Os mais modernos como este possui um sistema que dispensa essa a troca de água. No entanto, ainda existem modelos sem este reservatório. A saída é ligar uma mangueira até o ralo mais próximo ou, se não tiver um, ligar a um balde e lembrar de esvaziá-lo quando estiver cheio. Por isso, fique atento a este detalhe quando for comprar.

3. Baixo rendimento

As empresas não confirmam, mas todos dizem sobre o baixo rendimento comparado com o split e o parede, mesmo que tenham o mesmo potência em BTUs. Isso acontece por duas razões:

Vedação da janela mal feita – Normalmente a vedação da janela por onde o duto elimina o ar quente não é bem feita, deixando o ar quente de fora entrar no cômodo, diminuindo sua eficiência.

Calor gerado pelo próprío ar condicionado  – Todo eletrodoméstico ligado gera calor no ambiente e isso exige ainda mais do ar condicionado, incluindo este último. O problema é, diferentemente do split e do janela, toda a energia consumida pelo ar condicionado portátil está dentro do cômodo, gerando 30% mais calor a ser resfriado, tornando sua eficiência ainda menor. Veja a tabela abaixo comparando a potência necessária para esfriar um quarto de 20m² de um modelo portátil e um janela:

Assim, se for comprar um aparelho portátil, adquira um com potência em BTUs pelo menos 30% mais alta que a necessária.

4. São pesados

Verdade, você até pode levar o modelo portátil para qualquer lugar, mas não se esqueça de que ele é literalmente um trambolho. Resumindo: grande e pesado. Um desses de 12.000 BTUs pode pesar em média de 30 a 40 kg. Imagina você carregando ele para todo lado? A grande maioria possui rodinhas, facilitando o transporte mas se tiver que subir escadas, vai precisar de uma mão pra ajudar. Não, melhor pedir duas. Já está começando a se perguntar se ar condicionado portátil funciona para você?

5. São barulhentos

Sim, são bem barulhentos em comparação com os outros. No modelo split, o barulho é produzido pela unidade instalada do lado de fora da casa. No ar condicionado de janela, a parte barulhenta fica do lado de fora da janela. No ar condicionado portátil, o aparelho inteiro está dentro do cômodo então não tem para onde fugir, ele vai ser mais barulhento, emitindo em torno de 35 a 60 decibéis. Isso equivale ao barulho de uma conversa entre duas pessoas. Durante o dia não há problema mas alguns não aguentarão seu som durante a noite.

 

Conclusão

Ar condicionado portátil é bom para aqueles que:

– Não querem gastar a mais com instalação ou não querem passar pelo trabalho de uma
– Preferem a praticidade de poder levar para onde quiser, como por exemplo pessoas morando em imóveis alugados
– Não se importam com um pouco de barulho
– Irão usá-lo em um cômodo pequeno, até 20m²

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Fonte: Temperatura Certa

MEI: Entenda mais sobre o Microempreendedor Individual

 

Cada vez mais os pequenos empresários estão se enquadrando na categoria considerando as vantagens e os benefícios que ela oferece.

Legalizar o próprio negócio, contratar um funcionário, pagar poucos impostos e receber benefícios como salário-maternidade e auxílio doença são só alguns dos motivos que têm feito as pessoas procurarem informações sobre o MEI.

Na verdade, o próprio amparo legal e a possibilidade de garantias ao empreendedor e aos clientes, como a emissão de notas fiscais, por exemplo, facilitam muito a vida de quem busca a inclusão nessa modalidade.

Quer saber mais sobre ela e se vale a pena abrir MEI?

Então não perca as dicas e aproveite as informações!

1 – O que é MEI?

MEI é a sigla para Microempreendedor Individual, uma categoria que abriga a pessoa jurídica que trabalha por conta própria, que possui um pequeno empreendimento, muitas vezes em casa, que tem um faturamento mais baixo e que trabalha geralmente sozinha.

A modalidade surgiu com a Lei Complementar número 128/2008, que criou a figura do MEI, alterando a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa.

O objetivo foi atender a essa parcela da população, garantindo o seu amparo legal, além de aumentar o número de empreendedores no país, o que é bastante interessante do ponto de vista da economia brasileira.

Esse ano a tendência é que mais pessoas se cadastrem e façam parte da categoria.
Isso deve acontecer devido ao crescente número de pequenos empreendimentos graças ao avanço da internet, uma vez que ela permite ocupações que antes não existiam.

Outro motivo é a crise econômica que o Brasil vem enfrentando nos últimos anos, que aumentou o desemprego e fez com que grande parte da população buscasse estratégias novas de trabalho, bem diferentes das tradicionais.

Talvez seja por isso que grandes empreendedores enxergam a crise muito mais como uma oportunidade do que como algo ruim.

Mas isso é tema para outro artigo.

Vamos falar mais sobre o MEI nas próximas linhas!

2 – Quais as regras para o MEI?

Você vai conhecer agora todas as regras para quem quer abrir MEI.

Algumas, porém, passaram por alterações em 2018.

Confira!

1 – O MEI precisa ter faturamento anual limitado a R$ 81.000,00. Antes era de R$ 60.000,00
2 – Não pode ser sócio, administrador ou titular em nenhuma outra empresa
3 – pode contratar no máximo um empregado
4 – Deve exercer uma das atividades econômicas previstas no Anexo III da Resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional número 94/2011.

O site Contabilizei disponibiliza todas as atividades permitidas ao MEI. Acesse para conferir se a sua consta na relação.

Esse ano saíram da lista as atividades de arquivista de documentos, contador, técnico contábil e personal trainer.

De acordo com o Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), elas demandam atividade intelectual e são regulamentadas, estando, portanto, fora de uma das regras estipuladas para o Microempreendedor Individual.

Para Wellington Mota, da consultoria contábil Confirp, isso foi apenas uma adequação, pois “nenhuma profissão regulamentada é permitida ao MEI, porque o MEI é empresário”, comenta ele em entrevista dada à Gazeta do Povo.

Todas as outras foram mantidas e algumas acrescentadas, como: apicultores, cerqueiros, locadores de bicicleta, locadores de material e equipamento esportivo, locadores de motocicleta, locadores de videogame, viveiristas, prestadores de serviços de colheita, prestadores de serviços de poda, prestadores de serviços de preparação de terreno e prestadores de serviços de semeadura e de roçagem, destocamento, lavração, gradagem e sulcamento.

3 – Quais as obrigações do MEI?

O MEI é enquadrado no Simples Nacional e é a categoria que menos paga impostos.
Ele fica isento do IRPJ, do PIS, do Cofins, do IPI e do CSLL.

Na verdade, o MEI paga apenas uma taxa mensal que equivale à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS.

São R$ 45,00 para comércio ou indústria, R$ 49,00 para prestação de serviços e R$50,00 para comércio e serviços.

4 – O MEI tem direito a quais benefícios?

Os benefícios, que dependem de um período de contribuição para serem recebidos, geralmente entre 12 e 24 meses, são:

1 – Aposentadoria por idade
2 – Auxílio doença e aposentadoria por invalidez
3 – Salário-maternidade
O dependente também fica assegurado com auxílio reclusão e pensão por morte.

Para mais informações sobre os benefícios, acesse o Portal do Empreendedor, conhecido como Portal MEI, e clique em Dúvidas Frequentes.

Aproveite para legalizar a sua empresa e usufruir de todas as vantagens dessa modalidade.

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Fonte: Portal MEI

Manutenção de jardim: 5 dicas para manter suas plantas lindas

 

Manter plantas e flores bonitas, seja em jarros ou plantadas diretamente no solo, exige que constantemente se faça manutenção do jardim. Por ser uma necessidade contínua, pequenos cuidados frequentes vão exigir menos de você do que resolver todos os problemas de uma vez.

Adiar os cuidados com seu jardim pode lhe causar, além de muito trabalho para recuperar o paisagismo do local, um prejuízo financeiro. A falta de cuidados, não só atrapalha o visual, mas também pode atingir o solo e fazer mal às plantas, das raízes às flores.

Portanto, se o seu objetivo é manter sempre um jardim bonito, saudável e ainda evitando altos custos, o melhor a se fazer é dar atenção aos cuidados frequentes.

Veja agora cinco dicas para manter um jardim saudável e atraente:

Fique atento às podas

Podar as plantas é essencial para um crescimento saudável. Como há uma grande variação sobre esse processo para cada planta, o ideal é uma orientação profissional sobre a melhor frequência e forma de podar as plantas que você tem em casa.

Vale ressaltar que as podas também podem ocorrer por questão estética, para dar determinado formato à planta, por exemplo.

Relacionado à saúde da planta, é importante retirar folhas e flores murchas, que podem desenvolver fungos e bactérias, bem como para evitar pragas e doenças que podem prejudicar a planta como um todo.

Aparar galhos e tirar as folhas secas também estimulará a planta para brotar, crescer e se ramificar. Mas lembre-se: quando for aparar as plantas, corte o galho sempre na diagonal.

Adubação frequente mantém o jardim saudável

A adubação é necessária para que as plantas cresçam saudáveis e fortes. Isso porque o solo fornece vitaminas e minerais essenciais ao seu desenvolvimento. Porém, assim como a poda, é preciso ter cuidado e não dá para generalizar. Espécies variadas exigem solos variados para crescerem bem.

Por exemplo, o solo granulado associado à areia e compostos orgânicos é indicado para a maioria das plantas. Porém, espécies ornamentais, como a agave, samambaia e a babosa precisam de fertilizante NPK (nitrogênio, fósforo e potássio) 10-10-10.

Esses substratos são essenciais para o desenvolvimento das plantas. Além do 10-10-10, existem ainda o 4-14-8, ideal para plantas frutíferas e com flores; 15-15-20, recomendada para hortas; e o 25-25-25, indicado para cultivos em hidroponia.

Relocar plantas para vasos maiores

Raízes na superfície ou saindo por baixo do vaso, vaso plástico estufado e começando a ficar deformado, poucas flores e folhas muito pequenas ou defeituosas são alguns sinais de que sua planta precisa de um novo vaso.

É importante que, antes de retirar a planta do vaso atual, regue-a poucos dias antes. O solo umedecido facilitará o replante.

Um bom período para fazer a mudança de vasos é a primavera, quando as plantas passam por um período de menor atividade de crescimento.

Confira um breve passo a passo para esse replante:

Regar: como dito anteriormente, o solo molhado facilitará a remoção da planta do vaso atual;

Remover a planta: segure o caule delicadamente e retire a planta. Se tiver dificuldade, incline o vaso e bata para ajudar a soltar a terra. Se não conseguir, use uma faca entre o solo e o vaso. Em último caso, quebre o vaso;

Reduza o solo em volta: na mudança, retire aproximadamente 1/3 da terra ao redor das raízes;

Adicione terra nova ao vaso: no novo vaso, acrescente terra nova no fundo, lembrando que o vaso deve ter um diâmetro, pelo menos, 2,5 cm maior que o anterior;

Terra nova ao redor da planta: já no novo vaso, preencha os arredores com terra nova e pressione com os dedos para retirar bolsas de ar que podem se formar próximo às raízes. Depois bata levemente o vaso;

Regue novamente: adicionar água até que ela comece a escorrer pelo vaso vai garantir que o novo ambiente está preparado para o bom desenvolvimento da sua planta.

Remova ervas daninhas

A limpeza para remoção de ervas daninhas deve ser feita o quanto antes para que se tenha menos trabalho e para que haja menos prejuízo ao jardim.

Quanto mais cedo se interfere, mais superficiais são as raízes e, com isso, mais fácil sua remoção. Na medida em que vão crescendo, suas raízes vão se firmando e, no momento da retirada, pode prejudicar visualmente o jardim deixando um buraco no solo.

Pra evitar essas ervas daninhas, existem herbicidas à venda no mercado, mas outras alternativas são menos agressivas à natureza.

Uma opção é colocar folhas de jornal molhadas sobrepostas ao redor da planta. Antes, limpe todo o local (vaso, quintal, canteiro, etc) retirando as ervas daninhas. Depois, coloque aproximadamente 10 camadas para a medida ser efetiva. O papel é biodegradável, deixa a água atravessar ao mesmo tempo impede que as ervas daninhas o atravessem.

Fique de olho nas pragas

Para manter um espaço bonito com plantas igualmente vistosas, fazer a manutenção de jardim é um passo essencial. Muitas vezes manter a adubação em dia já evita esses seres incômodos às plantas.

Mas não é só isso: excesso ou falta de água, lixo acumulado, sol ou vento inadequado podem atrair formigas, cochonilhas, pulgões dentre outras pragas. Separamos algumas dicas focadas em alguns desses pequenos bichos:

Pulgões
Podem ter cores variadas, como preto, marrom, cinza ou verde. Sua presença deixa as folhas amareladas e enrugadas, já que sugam a seiva da planta e, em grande quantidade, podem provocar doenças perigosas. Para evitar, uma alternativa natural são as joaninhas, sua predadora natural, mas a mistura de água e álcool em partes iguais passada na planta ajuda a retirar os pulgões. Faça esse método semanalmente.

Cochonilhas
Insetos muito pequenos, geralmente são marrons ou amarelos. Costumam ficar nas partes inferiores das folhas e nas fendas. Sua presença pode ser notada quando as folhas apresentam uma crosta cuja consistência se assemelha a uma cera. As joaninhas também são suas predadoras naturais, além de algumas vespas, mas a calda de fumo e emulsão de óleo, como o mineral, são métodos naturais e eficientes para combater essa praga.

Lagartas
Costumam ficar enroladas nas folhagens novas e se alimentam de brotos, hastes e folhas novas que desenvolvem uma espécie de “teia” que ajuda a protegê-la. Algumas espécies podem queimar a pele de quem as toca. Para combater as lagartas, a calda de angico ajuda a afastá-las e não é prejudicial às plantas. Em caso de lagartas pontuais, sem um ataque massivo, seu controle deve ser manual, mas lembre-se de usar luvas, já que algumas podem provocar queimaduras.

Ácaros
Seu tipo mais comum é o ácaro vermelho, que se assemelha a uma aranha.Provoca marcas similares à ferrugem e seu ataque diminui o ritmo de crescimento da planta, além de favorecer a má formação dos brotos. Se houver uma grande infestação, pode matar a planta. Como são muito pequenos, quase invisíveis a olho nu, sua presença é identificada por uma fina teia na planta. Para combater, é ideal borrifar a planta com água regularmente, já que eles não gostam de umidade. Em casos avançados é preciso tirar parte da planta, mas o uso de calda de fumo ajuda a controlar o ataque dessa praga.

Formigas
As mais prejudiciais são as cortadeiras, que retiram pedaços das folhas. Um bom método para evitá-las e sem agredir a planta é distribuir sementes de gergelim ao redor do canteiro ou dos vasos. Se colocadas em cima do formigueiro, as sementes de gergelim ajudam a eliminar o ninho. Caso haja um ataque maciço das formigas, use formicidas.

Agora vamos ao trabalho!

Você já conferiu aqui algumas dicas sobre manutenção do jardim. E aí, está pronto para dar uma geral nas suas plantas e deixar seu espaço mais bonito?

Se você ainda tiver alguma dúvida, ou prefere que um profissional faça o trabalho, entre em contato conosco!

 

Fonte: Flora Nativa

Escolha e Instalação de Porcelanatos: [Guia completo]

 

No post de hoje, falaremos sobre a escolha e instalação de porcelanatos. Embora possa parecer simples, veremos o passo a passo desse processo, onde serão apontados alguns detalhes importantes que fazem toda a diferença no acabamento final.

 

Entendendo o que é o porcelanato

O Porcelanato nada mais é que uma cerâmica de alta densidade. Ela é composta a partir da combinação de quartzos, argilas e outros materiais. Esses materiais são aquecidos a altas temperaturas de até 1.300 °C e submetidos a um processo de compactação, modelagem e secagem.

 

 

Ao final deste processo de compactação e modelagem, chega-se ao resultado de um material mais homogêneo e denso. Com aproximadamente 15 mm de espessura, altamente resistente ao desgaste de trafego de pessoas. Além de uma superfície menos porosa com baixo índice de absorção de água.

Deste modo, o porcelanato apresenta grandes vantagens se comparado às cerâmicas convencionais.

 

 

Características do porcelanato

O porcelanato tem uma resistência três vezes maior que às cerâmicas comuns, por sua densidade e resistência à riscos e desgastes, em geral. Dessa forma, apresentando uma vida útil mais prolongada.

A escolha pelo porcelanato dá-se principalmente pela baixa absorção de água, por ser menos poroso, sua praticidade na hora da limpeza e sua durabilidade.

Por conter essas características de resistência, durabilidade e praticidade, ao adquirirmos esse revestimento, prolongamos o tempo de realizar manutenções ou reformas.

Se algum dia tiver a oportunidade, repare no chão que você pisa. Se a cerâmica apresentar manchas de uma peça para outra, com certeza estará diante de uma cerâmica de baixa qualidade. Que contribui com uma possível infiltração no vizinho de baixo. Essas manchas mostram que a cerâmica utilizada está absorvendo a água.

Agora que já sabemos a composição do porcelanato e algumas das vantagens sobre às cerâmicas convencionais, devemos analisar o tipo de acabamento do porcelanato e a indicação para cada ambiente.

 

As 3 principais opções de porcelanato

 

PORCELANATO POLIDO

São as cerâmicas que recebem polimento, produzindo superfícies extremamente lisas e proporcionando um alto brilho para o revestimento.

A escolha desse tipo de porcelanato faz toda a diferença no acabamento de sua residência. São extremamente práticos na hora da limpeza, onde uma passada de pano é mais que suficiente para a higienização. É indicado para áreas íntimas ou áreas secas, como salas e dormitórios. Os mais comuns são os mais claros ou os que imitam mármore.

 

 

PORCELANATO ACETINADO

Sua superfície possui um brilho leve e discreto. Em seu acabamento possui uma textura suave e sedosa, muito confortável para todos os pisos das áreas molhadas (banheiro, cozinha e lavanderia) e áreas secas (salas e dormitórios). Também é muito prático na hora de limpar e sua leve porosidade garante segurança de quedas e de escorregamentos. Ultimamente os mais utilizados são os pisos com acabamentos cimentícios, chamados de pisos de cimento queimado.

 

 

PORCELANATOS EXTERNOS

São cerâmicas com alta porosidade, capazes de gerar grande aderência em ambientes externos, que estão sujeitas às intempéries da natureza. Possuem um aspecto rústico em sua superfície, minimizando os riscos de acidente. Existem modelos amadeirados, que imitam folhas de madeira. É indicado para pisos de quintais e garagens.

 

 

Qual tamanho escolher?

É de suma importância a contratação de um arquiteto para a realização de um bom projeto. Pois, baseado em seus conhecimentos, ele irá orientar as escolhas de forma adequada. Fundamentado em seus conhecimentos técnicos e nas necessidades do cliente, determinando assim o sucesso do resultado final.

Na criação do Layout e da planta de piso, será identificado as vantagens e desvantagens da escolha do tamanho do porcelanato. Após essa análise, será estabelecido a melhor alternativa que melhor se adéqua ao projeto, contemplando questões estéticas, como paginação e recortes do piso, como as especificações técnicas de densidade, resistência e durabilidade.

Por exemplo, de acordo com uma paginação proposta, o projeto indica a quantidade de recortes necessárias próximo as portas, esquadrias e paredes de divisão. A melhor recomendação é aumentar ou diminuir o tamanho do piso, para que esses recortes se ajustem melhor a esses obstáculos. Os tamanhos mais utilizados são os de 60x60cm e 90x90cm.

Veja na imagem a seguir um exemplo de duas paginações. Note que nesse exemplo, a melhor opção é o de 60x60cm, pois o número de recortes é menor e não será preciso moldar tanto a peça, evitando quebras e perdas desnecessárias.

 

 

Processo de instalação do porcelanato

É importantíssimo essa fase de planejamento, pois irá influenciar no resultado final da obra. Um piso ruim e desnivelado influencia no acabamento do ambiente, e em alguns casos, deixa com um aspecto feio e inadequado o encontro do piso com o revestimento utilizado na parede.

A seguir mostraremos o passo a passo do processo de averiguação da qualidade do contra piso que receberá o porcelanato.

Dica: Consulte e contrate um arquiteto para que ele os acompanhe na vistoria da entrega das chaves do imóvel. Além de ser habilitado para projetar e reformar, este profissional é altamente qualificado para reconhecer defeitos e imperfeições deixados pela construtora, ou antigo proprietário, no qual passam despercebidos ou são omitidos. Com um check list, trena, esquadro e um nível a laser, ele irá direcionar essa verificação, evitando futuramente reparos desnecessários na reforma. Assim, você iniciará o processo da obra com um bom planejamento.

 

Passo 1: Nivelamento do contra piso

Seja com uma mangueira ou nível a laser, o ideal é descobrir nessa fase as imperfeições do contra piso. O arquiteto consegue prever um nivelamento de contra piso, caso a diferença seja grande de um canto para outro no mesmo ambiente. Se as imperfeições forem mínimas, é possível obter o nivelamento do piso, trabalhando com a espessura da argamassa utilizada para instalação do porcelanato.

 

 

Passo 2: Impermeabilização das áreas molhadas

Áreas molhadas são todos os ambientes que recebem uma grande incidência de água, como os banheiros, cozinha e lavanderia.

Esses ambientes necessitam de impermeabilização no contra piso. O impermeabilizante é a segurança e garantia de que um piso bem instalado e rejuntado, com uma aplicação correta, não sofrerá infiltrações nem irá danificar o forro do vizinho debaixo.

As marcas mais conhecidas e utilizadas são: Viapol, Quarzolit, Bautech e Sika.
Todas essas marcas trabalham com impermeabilizantes com bi componentes (pó e líquido) onde você mistura os dois componentes e tem o produto final para aplicar.

A maioria das marcas trabalha com as linhas 1000, indicadas para áreas molhadas de ambientes internos, a linha 5000, especificada para caixa d’ água de alvenaria externa, e também a linha 7000, indicadas para cisternas e piscinas. Utilizaremos a linha 1000, que é mais que suficiente para impermeabilizar a cozinha, lavanderia e banheiros.

O processo de aplicação de impermeabilizante líquido dura aproximadamente 2 dias, onde se aplica de 3 a 4 demãos do produto, de acordo com a especificação de cada fornecedor.

A primeira aplicação deve ser feita em um único sentido. É importante respeitar o tempo de cura e secagem do produto, especificado na embalagem. Geralmente o intervalo é de 3 a 4 horas, em cada demão.

Na segunda demão aplicaremos o impermeabilizante no sentido contrário ao da primeira, e assim sucessivamente. A ideia é criar uma malha de proteção nesse contra piso.

 

 

No banheiro o processo deve ser o mesmo. É necessário proteger o piso e as paredes, considerando o fato de que o chuveiro joga uma grande quantidade de água nas paredes, ou apenas os respingos de água. Portanto, é comum aplicar o impermeabilizante nas paredes a uma altura de aproximadamente 1,20m, e por precaução aplicar no nicho do box, que será revestido com granito ou o próprio porcelanato.

 

Passo 3: Escolha e aplicação de argamassa para porcelanatos

São esses os 3 tipos de composição de argamassas disponíveis no mercado: Argamassa AC1, AC2 e AC3. A argamassa AC1 é recomendada para cerâmicas comuns. Pois, elas trabalham com a colagem mecânica, ou seja, a grande porosidade do piso permite a absorção de elementos como cimento. Que produz a liga entre a massa e os poros da cerâmica, grudando-o no piso.

A escolha ideal para a instalação do porcelanato é a argamassa AC2 e AC3. Pois, em sua composição há vários tipos de polímeros, que trabalham e reagem perfeitamente com a superfície de colagem do porcelanato. Esse processo de colagem acontece através de reações químicas. Onde os polímeros existentes nessa massa, criam a liga necessária entre o porcelanato e o piso.

 

 

Aplique argamassa com uma desempenadeira dentada, em sentido único. Ela produzirá frisos de respiro, que são responsáveis por não deixar que bolhas de ar permaneçam entre o porcelanato e a massa. Dessa foma, evitando que ele fique oco em alguns pontos.

 

 

Passo 4: Saída do piso

O ideal é que a primeira peça seja instalada, no canto do ambiente, geralmente atrás das portas. Assim os recortes ficarão todos para o canto oposto, pois, recortes desses cantos quase não aparecem.

Se pensarmos em um dormitório como exemplo, a cama, cabeceira, criados mudos e armários, certamente esconderão esses recortes. Assim o que fica visível é a peça inteira, deixando o ambiente mais bonito.

 

 

Passo 5: Espaçamento de piso

Existem vários tipos de espaçadores para pisos e revestimentos, e eles variam em formato, espessura e função.

Dica: É importante seguir as recomendações de espaçamento do porcelanato. Essas informações estão indicadas na caixa do revestimento. E por que é tão importante respeitar essa indicação? Porque, o fabricante está garantindo que seu piso não terá problemas.

Embora não seja perceptível, toda estrutura sofre pequenas dilatações. Sob a influência da variação de temperatura, ocorrem movimentos, sendo necessários pequenos espaços para que não ocorra danos causados pela força de compressão, e nem fissuras e rachaduras pela contração do piso.

O espaçamento mínimo mais indicado é o de 2mm, siga essa indicação e não terá nenhum problema

Espaçadores em cruz ou “x” são os mais comuns e mais utilizados. Atualmente existem no mercado um outro modelo, que além de separar ele ajuda a nivelar o piso pela superfície, travando um ao outro.

 

 

Passo 6: Rejunte

Antes de começar a aplicação, o porcelanato deve estar totalmente limpo e sem qualquer tipo de poeira. Isso porque o rejunte possui uma porcentagem de umidade e adere facilmente qualquer tipo de sujeira.

O rejunte tem o objetivo inicial de evitar fissuras e infiltrações. Existem vários tipos de rejunte, sendo os mais utilizados:

Rejunte flexível: material bi componente, que depende da adição de água para se ter a liga composta. Ele tem acabamento áspero e não possui a propriedade de proteger contra mofo;
Rejunte acrílico: massa já preparada para aplicação, possui acabamento liso e tem a capacidade de proteger contra mofo;
Rejunte epóxi: material bi componente, depende da adição de catalisador para se ter a liga composta, também tem o acabamento liso e tem a capacidade de proteger contra mofo.

O mais indicado para porcelanato em áreas secas, como sala e dormitórios, é o rejunte flexível. Já o rejunte acrílico é mais indicado para porcelanatos em áreas molhadas como cozinha, lavanderia e banheiros.

Ambos têm o mesmo período de secagem, entre 2 e 3 horas a secagem parcial, e 24 horas para a secagem definitiva.

 

 

Após a secagem parcial, é possível iniciar a limpeza de excesso do rejunte. O mais recomendável é utilizar um bloco de espuma úmida para limpar a superfície onde o rejunte foi aplicado.

 

 

Após essa primeira limpeza, utilizar pano úmido para limpeza final.

 

Dica: Fique de olho se o pedreiro também calafeta com rejunte os espaços deixados entre o porcelanato e a parede. Embora a função de proteger esse espaço seja do rodapé, não custa nada ter um cuidado maior e proteger esses espaços também.

 

Pronto para fazer a escolha e instalação de porcelanatos?

Agora que você já sabe o passo a passo para a melhor forma de escolha e instalação de porcelanatos, de acordo com cada ambiente, é só colocar em prática tudo o que ensinamos nesse post.

Se ainda tiver dúvidas, estamos à disposição para esclarecer dúvidas. Ou até mesmo fazer esse serviço para você. Consulte-nos!

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Fonte: Studiotec

 

7 dicas para ser um Profissional Autônomo de sucesso

 

 

A cada dia, mais e mais pessoas desejam sair dos seus atuais empregos, com o sonho de se tornar empreendedores e trabalhar por conta própria. Mas, é importante lembrar que nem sempre é fácil se tornar um autônomo de sucesso.

Desafios como a gestão orçamentária adequada, por exemplo, podem ser uma pedra no meio do caminho daqueles que almejam começar o próprio negócio. Você quer se dar bem na sua atividade de autônomo, mas não sabe como chegar lá?

Para ajudá-lo nessa empreitada, este texto apresenta 7 dicas essenciais para quem quer ser bem-sucedido como autônomo. Acompanhe!

Aproveite toda a sua experiência

Tornar-se autônomo não é uma tarefa tão simples. E por isso é fundamental que a pessoa esteja preparada para o ofício e as responsabilidades que virão. Tente coletar o máximo de informações e experiências que adquiriu nos empregos anteriores para poder utilizar nessa nova etapa da sua vida.

Para ter êxito, é conveniente estar preparado para lidar com questões que envolvem tanto a gestão contábil quanto o relacionamento com os funcionários e clientes. Por isso, a melhor forma de adquirir esse entendimento é analisando tudo que já vivenciou nas suas relações de trabalho, observando e retirando o conhecimento necessário de cada situação.

Planeje-se bem

Todo bom plano precisa ser cuidadosamente estudado. Para ter sucesso como autônomo, é importantíssimo traçar um esquema detalhado sobre os passos que a empresa deve tomar.

Tenha objetivos e metas claras para serem alcançadas pela empresa. Em seguida, crie as estratégias que tornem aqueles alvos possíveis.

E vale a pena dizer que um bom planejamento financeiro do seu negócio ainda o ajudará a calcular e a conseguir o montante necessário para dar o pontapé inicial no empreendimento e, assim, gerir o negócio no futuro.

Não tenha medo de procurar ajuda

Nem todo mundo domina as diferentes áreas que envolvem gerir um negócio. Tendo isso em mente, uma solução prática é procurar o auxílio de outros profissionais experientes em diversas áreas. Contratar alguém para cuidar das finanças da empresa ou da área de marketing, por exemplo, pode ser de grande ajuda para um negócio que está começando.

Lembre-se: mesmo que essa atitude possa acarretar um custo maior ao empreendimento, ela pode economizar muito tempo, recursos e energia que poderão ser bem aproveitados em outras áreas da empresa.

A melhor forma de decidir se trabalhará sozinho ou em equipe é analisando realmente a sua capacidade e limitações como autônomo.

Mantenha o controle das suas finanças pessoais

Iniciar seu próprio negócio não é um investimento barato. Por isso, para conseguir mais dinheiro para aplicar na sua empresa, é importante que você tenha ótimo controle sobre o seu orçamento e saiba economizar na sua vida pessoal.

Para cortar alguns gastos desnecessários e diminuir as despesas da casa, uma boa opção seria buscar marcas mais baratas, além de repensar o gasto mensal com os diversos aspectos supérfluos do lar e família.

É preciso ter em mente que os estágios iniciais da sua própria empresa demandam certa quantia de dinheiro, que envolve aspectos desde a contratação de eventuais funcionários até a criação da identidade visual e a propaganda do negócio.

Além disso, na fase de estruturação do negócio, também podem ocorrer diversos imprevistos, que pesariam ainda mais no orçamento do empreendimento. Portanto, calcule também um dinheiro extra para emergências e esteja sempre preparado.

Não se esqueça do marketing

Nenhum negócio cresce sem uma ótima campanha de marketing. Por isso, é extremamente importante que você saiba do papel que o marketing possui dentro do negócio. Graças a ele, o estabelecimento poderá consolidar uma imagem positiva no mercado e, consequentemente, crescer e atrair novos clientes.

Nos dias de hoje, o marketing não precisa ser mais estabelecido somente em veículos de comunicação tradicional, como a TV ou jornais. Muito pelo contrário, uma das melhores formas de se conseguir novos clientes atualmente é investindo no mundo digital.

Manter contas ativas nas redes sociais, priorizando o relacionamento com o cliente, além da divulgação de produtos e promoções, pode ser um ótimo diferencial entre as novas empresas de sucesso e as que não conseguem muitos clientes.

O ideal é contratar uma equipe de profissionais especializados que estarão envolvidos apenas com a atividade de marketing digital. Aponte diretrizes claras sobre a linguagem a ser usada nas redes, assim como quais serão os limites que esse meio de comunicação representará para você.

Vale lembrar ainda que o marketing digital representa grande porcentagem do marketing espontâneo atual. É muito simples marcar as pessoas em publicações interessantes, bem como compartilhar bons posts e recomendar estabelecimentos e profissionais, o que torna a presença on-line de uma marca ainda mais importante.

Continue estudando

A fim de se manter atualizado em um mercado altamente competitivo, é importante que você continue sempre estudando para se capacitar melhor.

Procure descobrir quais são seus pontos fracos dentro da gestão do seu negócio e invista nessas áreas. Seja na educação financeira ou na criação de logomarcas, é importante que o gestor sempre tenha controle de tudo aquilo que se passa na sua empresa

Estude mais sobre questões que envolvam o mercado em que você atua, pesquisando as tendências e perspectivas para o futuro. Acompanhar as previsões sobre a sua área de trabalho é extremamente importante na hora de traçar as suas estratégias de vendas, além de planejar metas reais sobre a capacidade do seu negócio.

Não tenha medo de arriscar

Uma característica fundamental de qualquer empreendedor é que ele não tenha medo de arriscar. Qualquer novo negócio representa certo risco. E, obviamente, nem sempre tudo sai como o planejado. Imprevistos são normais durante a vida do profissional autônomo, e é preciso ter a coragem para superar cenários desvantajosos.

Ainda assim, é essencial que o empreendedor saiba que nunca existirá um momento ideal para entrar em um mercado competitivo. Mas que, com um bom planejamento, as chances de ter um negócio de sucesso aumentam consideravelmente!

Com uma boa preparação e com o estabelecimento de expectativas reais, qualquer profissional pode se tornar um autônomo de sucesso. Nessa jornada, é importante fazer uma análise de quais são as suas capacidades e de qual será a melhor forma de abordagem para criação e implementação da sua atividade.

 

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10 dicas de manutenção predial

 

Todo edifício necessita de um plano de manutenção preventiva contra possíveis danos e complicações, confira as 10 dicas de manutenção predial aqui.

É importante saber o momento exato de realizar a manutenção predial, o recomendado é verificar o período dentro do plano de manutenção preventiva ou realizar os reparos nos meses em que menos se usará as áreas em comum, veja agora as 10 dicas para manter o condomínio sem danos e complicações.

 

Dicas de manutenção

 

Para-raios

Este equipamento merece atenção, verifique se o para-raios esteja instalado adequadamente. Caso o SPDA apresente problemas, chame um engenheiro elétrico para realizar os reparos, isso garantirá a segurança da parte estrutural do prédio.

 

Instalações de gás

Verifique os cilindros, sistemas e instalações de gás, a manutenção periódica pode evitar o risco de possíveis vazamentos e explosões. Se o sistema apresentar danos chame a vistoria do Corpo de Bombeiros.

 

Sistemas de segurança

Cada condomínio possui um sistema de segurança diferente, é importante verificar se as câmeras estão funcionando e se o equipamento interno está regulado. Nunca se sabe quando irá precisar de uma filmagem, preste atenção neste detalhe.

 

Cercas elétricas

Alguns prédios ainda utilizam estas cercas elétricas, é necessário verificar se em cada metragem há uma placa indicando a cerca eletrificada, faça a manutenção predial também nesta área.

 

Hidrantes e extintores

Esses equipamentos necessitam de manutenção periódica, a cada ano é necessário verificar se estão carregados e dentro da validade. Veja se a mangueira do hidrante não está furada ou com danificações, seja consciente e examine os extintores.

 

Limpeza da piscina

O ideal é realizar esta manutenção sempre nos meses de inverno, pois os condôminos irão utilizar bem menos. Veja as bombas e sistemas de tubulação, analise o ph da água e demais necessidades, deixe a piscina para uso no verão.

 

Seguros e prazos

Analise corretamente os prazos exatos de vencimento do seguro, não deixe que o condomínio fique sem este serviço, as apólices deverão estar todas em dia. Esta é uma despesa que merece atenção.

 

Manutenção de elevadores

Outra manutenção predial realmente importante é dos elevadores, faça verificações periódicas neste equipamento, chame a empresa que realiza os reparos e veja também a casa de máquinas.

 

Infiltrações e reparos

Não é porque os condôminos não veem as partes internas do prédio que elas não necessitam de reparos, cada infiltração deve ser levada a sério. Faça a manutenção preventiva e caso descubra algum vazamento, realize o reparo imediatamente.

 

Jardins e áreas comuns

Manter o prédio com a aparência bem cuidada é sempre importante, as áreas em comum devem estar limpas e organizadas, faça a manutenção dos jardins e cuide para os vasos não conservarem águas paradas, além de agradar aos olhos, estará cuidando da saúde de todos.

 

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