DICAS DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA DE TELHADOS

 

Responsável por proteger e, também, por valorizar a estrutura de uma residência, dando um charme e toque de sofisticação, o telhado, muitas vezes, pode ser o motivo de muita dor de cabeça.

Encontradas de diferentes acabamentos e materiais, as telhas podem ser esmaltadas, coloridas, naturais. E ainda existem as famosas telhas de cimento.

As maiores variações entre tipos de telhados ocorrem em função do tipo do desenho. Existem muitos tipos no mercado e podemos citar telhas tipo Francesa, Colonial, Plan, Romana, Portuguesa, Americana, Germânica, entre muitas outras.

O que muda entre elas é o design da peça e a forma com que ela conduz a água e se encaixa com a telha ao lado. A escolha do tipo de telha é fundamental, pois determina a inclinação que o telhado deve ter para que não haja infiltrações. É aqui que mora o problema.

Para garantir que um telhado cumpra eficazmente a sua função, é importante que se assegure uma manutenção regular da cobertura.

Como qualquer coisa usada, ao longo do tempo, é natural que surjam algumas telhas que desenvolvam fissuras, fendas ou fraturas. Isto além das normais necessidades de circular sobre o telhado para se instalar equipamentos ou outras reparações, queda de granizo.

Para que você se poupe de uma possível dor de cabeça, separamos algumas dicas para você:

1. Faça manutenção preventiva

É importante fica atento à manutenção frequente do telhado, independente do clima, pois mesmo sem chuvas ou ventos fortes, a falta de manutenção pode prevenir diversos problemas, como goteiras e rachaduras. Além disso, é importante avaliar também os pontos de junção, como espigão, água furtada, chaminés e verificar o alinhamento correto das telhas.

2. Limpe as calhas

As calhas são úteis para a conservação e proteção do telhado, mas necessitam de cuidados. Limpe-as regularmente, para evitar entupimentos e consequentemente danos ao telhado.

3. Revise as telhas

Lembre-se de revisar o estado de suas telhas regularmente, analisando se há passagens de luz, pontos de umidade, entre outras irregularidades.

4. Invista em produtos de impermeabilização

Desta forma você evita diminuir a vida útil das telhas pelo motivo da absorção de água. Fique atento: Alguns produtos podem deixar o tom da telha mais amarelo.

 

Seguindo essas dicas, você estará preservando seu telhado, prolongando sua vida útil e evitando transtornos.

 

Gostou deste conteúdo e quer ficar por dentro de outras dicas de manutenções e serviços? Então, não deixe de assinar a nossa newsletter!

 

Fonte: Distel Telhas

QUANDO USAR MÓVEIS PRONTOS OU SOB MEDIDA

 

A principal diferença entre os móveis prontos e os móveis sob medida é o preço. Em geral, os móveis prontos tendem a ser mais baratos, devido à sua produção em larga escala, embora existam sempre diferenças de valor baseadas também na qualidade dos materiais ou na espessura e acabamento das peças, que determinam sua resistência e durabilidade.

Porém, comparando móveis de mesma qualidade, os prontos costumam sair ganhando, já que são produzidos e vendidos aos montes.

No entanto, em algumas situações os móveis sob medida oferecem um resultado muito melhor, pois se encaixam mais adequadamente às funções e ao espaço disponível, especialmente em espaços pequenos, com formas inusitadas ou que precisem guardar objetos específicos, de tamanhos bem definidos.

É preciso, então, analisar se existem móveis soltos que possam ser eficientes em cada situação, e se houver, o bolso agradece. Senão a solução é partir para os móveis sob medida mesmo, que às vezes vale o investimento.

 

 

Na categoria de móveis sob medida, existem as marcenarias e as lojas de planejados. A diferença entre os dois é que a marcenaria é sob medida mesmo, do início ao fim, com poucas restrições de tamanho e forma. Já os planejados, por serem feitos com peças feitas em fábricas, com tamanhos modulados, não oferecem tanta liberdade de criação aos projetos. Porém, por serem um intermediário entre o processo de produção “artesanal” da marcenaria e a linha de produção básica dos móveis prontos, os planejados são muitas vezes mais baratos do que a marcenaria e ao mesmo tempo um pouco mais versáteis do que as peças prontas, se considerarmos materiais similares.

Mas para valer a pena usar móveis planejados, as medidas têm que seguir a padronagem do fabricante, caso contrário o preço fica muito maior do que se a mesma peça fosse produzida em marcenaria.

 

 

Essa é a situação quando comparamos esses três tipos de móveis. Se analisarmos os preços de maneira mais ampla e geral, no entanto, a diferença entre um fornecedor e outro pode ser enorme, e tem a ver com a margem de lucro de cada um, com vantagens de qualidade e de serviço, entre outros fatores. Podem existir, assim, móveis prontos mais caros do que os de uma marcenaria mais simples, por exemplo.

Por isso é preciso sempre fazer um balanço entre o que se está disposto a gastar para ter produtos de maior ou menor qualidade, e em paralelo fazer uma análise do projeto em si, para ver se os móveis prontos podem ser uma opção eficiente ou se não funcionam para determinadas situações e por isso devem ser descartados, integral ou parcialmente.

Gostou deste conteúdo e quer ficar por dentro de outras dicas de manutenções e serviços? Então, não deixe de assinar a nossa newsletter!

Fonte: Dicas de Arquitetura

Como trocar um reator de lampadas fluorescente

Imagine que você esta na frente de uma lampadas fluorescente. Aparentemente, ela esta queimada.

O primeiro passo e verificar se a lâmpada esta realmente queimada, se mesmo assim não acender, o problema será um pouco além, poderá ser o reator.

O reator é quem a função de adequar a corrente elétrica para um melhor desempenho, e também define a durabilidade da lâmpada fluorescente.

O reator é um composto por uma caixa onde estão os circuitos modulares, e por fios elétricos que saem da caixinha.

Estes fios serão ligados nos interruptores e nas lâmpadas.

No reator, vem uma etiqueta, com as especificações para realizar a instalação de forma correta. E extremamente consultar as instruções para saber onde conectar os fios corretamente.

Existem alguns tipos de reatores, os para uma, duas ou varias lâmpadas.

Para escolher o reator adequado leve o antigo para a loja, onde poderão lhe fornecer o mesmo, ou algum semelhante. Ou procure se enformar sobre seu reator e assim peça um ao vendedor.

Como fazer a troca:

– Desligue a fonte, pelo disjuntor ou pelo quadro de força.
– Desmonte a lâmpada. Dependendo do modelo da luminária, poderá estar ao lado, em cima no forro ou teto.
– Desconecte a lâmpada do soquete, e a guarde, pois esta lâmpada poderá não estar queimada.
– Acesse o reator.
– Corte os fios que ligam o soquete no reator, e os fios que estão conectados com a energia do local.
– Agora iremos ligar o reator, como havia já dito, ah uma etiqueta ao lado do reator, com as especificações de como instalar.
– Em par de fios que variam entre as cores brancas, vermelhas e azuis, deverão ser ligado um de cada lado do soquete da lâmpada.
– Depois desses 7 passos, iremos conectar os fios que iram receber a alimentação de energia. Procure se enformar qual o tipo de energia do local, 220v ou 110v. se for 220v utilize os fios marrom e preto. Se for 110v utilize os pretos e brancos. (poderão ser variadas de acordo as marcas).
– Conecte a lâmpada e ligue o disjuntor, teste se esta tudo funcionando, antes de montar novamente.
– Se estiver tudo “ok”, desligue novamente a energia, assim termine a montagem. E religue o reator.

Dicas

– Existem alguns modelos de reatores. Tenha certeza que na hora de sua compra, você tenha adquirido o modelo correto. Tire uma foto ou o mais adequado é levar o reator.
– Um reator dependendo do modelo serve para varias lâmpadas. Olhe sempre a orientação corretamente, que esta no corpo do reator. É importante fazer a consulta a etiqueta pois dependendo do reator,

– você devera fazer a ligação dos fios de diferentes cores, ou em alguns casos, algumas lâmpadas devem ser conectados todos os fios da mesma cor.
– Se a luminária tiver mais de uma lâmpada, pode conter mais de um reator.
– A etiqueta contém a letrinha pequena, aconselhamos que você tire uma foto para melhor visualização.

Tenha sempre o contato de um eletricista competente e de confiança, que pode ser facilmente encontrado pela FazTudo.Online. Assim, você garante que tanto a instalação quanto a troca de lampadas sejam bem-sucedidas

Gostou deste conteúdo e quer ficar por dentro de outras dicas de manutenções e serviços? Então, não deixe de assinar a nossa newsletter!

 

Fonte: Portal do Eletricista

Saiba os pisos ideais para a garagem

Opte pelo piso antiderrapante, principalmente se a garagem é descoberta

 

O piso da garagem precisa atender a alguns fatores para que haja segurança no local, pois os veículos são pesados e geram sujeira, como manchas da borracha do pneu e de óleo que pode vazar. Na hora de escolher o piso considere a resistência, aspereza, durabilidade, facilidade de limpeza e de manutenção. Veja, abaixo, as melhores opções de materiais para o local.

 

A segurança deve ser a maior preocupação

Não escolha qualquer material. Um grande erro é achar que por ser uma área externa ou em que as pessoas não vão ficar, você pode colocar qualquer piso. Atenção: Prefira produtos de marcas confiáveis, indicadas para esse uso, resistentes a alto tráfego e antiderrapantes.

De modo geral, os pisos mais fáceis de limpar são lisos e escorregadios. Os antiderrapantes, são irregulares, o que dificulta a limpeza, mas não escorregam.

Opte pelo piso antiderrapante, principalmente se a garagem é descoberta. Isto previne acidentes domésticos em dias chuvosos. E se você escolheu um piso poroso, como as pedras naturais e os cimentícios, lembre-se que eles necessitam de cuidados especiais, como impermeabilizações periódicas, para evitar que fiquem encardidos.

As peças polidas são lindas, mas o contato dos pneus podem riscá-las, além de serem escorregadias em contato com a água.

Para escolher o piso mais adequado avalie os custos, a estética, a resistência, a facilidade de instalação, a segurança e a frequência de manutenção.

 

Faça uma boa base e capriche no contrapiso

Preste atenção na base para assentar o piso, que deve ser bem resistente. Se for feito de qualquer jeito, pode afundar com as altas cargas de deslocamento do veículo ou soltar o piso.

Acabou o dinheiro? É possível utilizar o contrapiso de concreto na garagem. A desvantagem é que fica mais difícil para limpar.

 

Conheça alguns pisos

Há muitas opções de materiais que podem ser usados: pedra miracema, ladrilho hidráulico de calçada, paralelepípedo, mosaico português, além dos já conhecidos revestimento cerâmico e porcelanato. No caso de piso cerâmico ou porcelanato, procure por peças indicadas para locais de alto tráfego, pois são mais resistentes. Saiba mais sobre alguns deles:

Pedras

As pedras brutas são resistentes e têm superfície antiderrapantes. Algumas boas opções são as pedra miracema, são tomé e góias. Cuidado com as lisas e escorregadias, como granitos e mármores polidos, existem acabamentos como o levigamento para que ele fique antiderrapante. Se você optar por usar pedra, use também uma resina protetora aplicada sobre a pedra pra diminuir a porosidade e evitar manchas.

Placas cimentícias

As placas – feitas com concreto de alto desempenho– têm a vantagem de apresentarem boa resistência e durabilidade e mantêm o piso mais frio, porque absorvem menos calor. São peças de grandes formatos e aplicadas com juntas para dilatação.

Depois de assentá-las sobre o contrapiso, é recomendável aplicar uma camada de resina protetora para reduzir a absorção de água e gordura, facilitando a limpeza. A reaplicação desta resina deve acontecer anualmente.

Piso intertravado

São pisos de concreto para áreas externas. A grande característica do piso intertravado é permitir que o solo continue absorvendo água – uma questão bem importante para os centros urbanos. É um tipo de piso resistente, antiderrapante e que pode ser encontrado em vários formatos: piso sextavado, piso raquete, piso retangular, piso quadrado. E os modelos são convencional, piso drenante/jardim e piso grama.

O convencional é inteiro de concreto e permite menor absorção de água só pelas juntas (encontro entre as peças). O pisograma é como uma moldura de concreto que permite o cultivo de grama no centro. Ele é semipermeável e resistente ao tráfego de veículos. Seu uso garante até 60% de permeabilidade do solo. Já o drenante em concreto poroso, que é encontrado em diversos desenhos, garante até 95% de permeabilidade do solo.

Ladrilho hidráulico

O ladrilho hidráulico tem peças de diversos tamanhos: 15×15, 20×20, 40x40cm e grande variação de modelos e cores. É antiderrapante, mas é muito poroso. Por isso, pode acumular sujeira e ficar com aparência de encardido. Sua resistência é muito alta, tanto que ele é muito utilizado em calçadas com grande fluxo de pessoas.

Gostou deste conteúdo e quer ficar por dentro de outras dicas de manutenções e serviços? Então, não deixe de assinar a nossa newsletter!

Fonte: 100pepinos

Elétrica

 

Este guia é para quem vai contratar um profissional para fazer instalação elétrica ou manutenção em sua casa e quer controlar melhor a qualidade

 

O BÁSICO

Muita gente confunde elétrica com iluminação e fica preocupada apenas com as lâmpadas e lustres. A instalação elétrica vem antes e inclui todo conjunto de cabos, interruptores e tomadas que garante energia para a casa inteira. Se for mal feita ou mal dimensionada pode causar incêndios e choques graves onde nem se espera – como na porta da geladeira, por exemplo.

Para acompanhar a qualidade da sua obra elétrica preste atenção em três principais coisas: (1) organização do quadro de energia (caixa de força), (2) tipo de cabos que seu eletricista pede e usa e (3) quantidade e posição dos pontos de energia nos cômodos. E, claro, não aceite gambiarras, não autorize emendas, nem fios desencapados ou cabos passando fora de conduítes – vai sair mais caro no final!

 

Instalação elétrica “vence”!

Se sua casa tem mais de dez anos, provavelmente você precisará fazer uma manutenção de elétrica. Os próprios cabos podem começar a apresentar problemas nos pontos de junção e dobras, especialmente se a sua casa tem ou teve problemas com umidade, infiltrações etc. Além disso, hoje em dia , as pessoas tem muito mais aparelhos eletrônicos em casa , mas as instalações não foram planejadas para isso. Planejar é importante em qualquer obra, mas com elétrica é fundamental, portanto aproveite o momento da reforma e peça uma avaliação das instalações elétricas da sua casa.

 

Circuitos de energia organizados

O quadro de distribuição (de energia) é o ponto de controle da energia na sua casa. A energia da rua chega nela por um cabo especial, mais grosso, passando pelo medidor de luz. De lá, a energia vai até os pontos (tomadas, lâmpadas, chuveiros elétricos etc.) via cabos mais finos. Cada conjunto de cabos que sai do quadro de distribuição e percorre vários pontos em casa se chama circuito. Cada um desses circuitos começa no quadro com um disjuntor (ou fusíveis nas casas antigas).

Você deve garantir que na sua casa sejam feitos vários circuitos, ou seja, no seu quadro de força você deve ter, pelo menos, quatro disjuntores instalados: um disjuntor específico para tomadas de uso comum, um para lâmpadas, um para tomadas da cozinha e, principalmente, um para cada chuveiro.

A regra geral é ter um circuito separado para aparelhos que consomem mais de 1800 Watts de energia (confira a potência na etiqueta ou embalagem do aparelho elétrico). Aparelhos potentes como torneira elétrica, micro-ondas e ar condicionado, precisam de um disjuntor exclusivo para cada um deles. Exija isso do seu eletricista e teste todos os circuitos ligando e desligando os disjuntores antes de aceitar o trabalho.

 

Fios e cabos certos

Um bom eletricista deve te pedir cabos de cores e grossuras (ele vai chamar isso de bitola) diferentes e vai explicar o porquê. Não aceite material sem certificação de qualidade INMETRO, o risco é muito grande.

As grossuras (bitolas) dependem do tipo de circuito – quanto mais grosso, mais potente (e mais caro). Os circuitos mais potentes são para ligar chuveiro. aquecedor de água elétrico, ar condicionado e eletrodomésticos da cozinha (a chamada linha branca). Para eles o eletricista deve te pedir bitolas de 4 ou 6 mm²; para tomadas comuns 2,5 mm² e para luminárias, 1,5 mm² no mínimo.

As cores dependem da finalidade do cabo e são regularizados pelas normas da indústria. São três principais tipos de cabos que você terá em sua casa: terra (para segurança contra curto circuito e choques) – cor verde ou verde/amarelo, neutro (sem corrente elétrica) – azul; e fase (sob tensão elétrica) – preto, marrom ou vermelho.

Os cabos podem passar por dentro ou por fora da parede. De qualquer maneira os cabos devem ficar sem contato direto com a parede, dentro dos conduítes (são tubos ou mangueiras especiais). Peça um plano de instalação ao eletricista e veja se os fios fazem o mínimo possível de curvas. Isso facilita a manutenção e aumenta a vida útil dos cabos.

 

Luz e tomadas sem falta

Para decidir a quantidade de tomadas, pense nos aparelhos que vai conectar. Na duvida é melhor ter tomadas sobrando do que fazer gambiarras. Para sua referência, planeje pelo menos uma tomada a cada 3,5 metros de parede na cozinha, e uma a cada 5 metros nos quartos e salas. No banheiro, tenha pelo menos uma tomada e garanta que ela fique pelo menos a 60cm de distância do chuveiro pra evitar choques.

Na cozinha e na área de serviço, é bom planejar algumas tomadas de 220V, pois alguns aparelhos podem precisar desta tensão. Essas tomadas devem ser marcadas com cor diferente para evitar queimar os aparelhos com tensão padrão de 110V.

Também planeje os pontos em que irá colocar iluminação e a localização deles no ambiente.

 

 

Gostou deste conteúdo e quer ficar por dentro de outras dicas de manutenções e serviços? Então, não deixe de assinar a nossa newsletter!

 

Fonte: https://100pepinos.com.br/eletrica/

Saiba como limpar uma caixa d’água

Primeiro veja se a caixa está tampada! Caixas d’água sujas, sem tampa ou com tampas quebradas podem criar microrganismos nocivos à saúde e acabar com a qualidade da água tratada que vem da rua.

A limpeza de caixa d´água é indicada de seis em seis meses. Quando você for fazer, um dia antes da limpeza comece os preparativos: feche o registro de entrada ou amarre a boia da caixa, diminua a quantidade de água nela e evite desperdício.

Comece a limpeza: tire a tampa e feche a saída com um tampão ou pano, tomando o cuidado de reservar um palmo de água na caixa. Lave as paredes e o fundo da caixa com pano úmido, uma esponja ou escova de nylon. Retire a água da lavagem e a sujeira com uma pá de plástico, balde e panos. Seque o fundo com panos limpos. Ainda com a saída de água da caixa fechada, deixe entrar um palmo de água e adicione dois litros de água sanitária. Deixe a mistura descansar por duas horas enquanto usa essa água para molhar as paredes da caixa até o fim do intervalo de duas horas. Para jogar esta água nas paredes da caixa d´água você pode usar uma brocha ou uma caneca de plástico.

Passado esse tempo, ainda com a bóia amarrada ou o registro fechado, abra a saída da caixa para esvaziar. Abra também as torneiras para a água sair. Você pode evitar o desperdício: guarde essa água em galões para lavar pisos e calçadas. Lave a tampa da caixa com água corrente e coloque-a no lugar. Abra o registro e encha a caixa para usar.

Em tempos de falta de água, as pessoas estão adiando a limpeza para economizar, o que traz riscos a saúde. A boa notícia é que já estão surgindo novos métodos para limpar a caixa com ela ainda cheia, aspirando a sujeira do fundo do reservatório com um robô.

Gostou deste conteúdo e quer ficar por dentro de outras dicas de manutenções e serviços? Então, não deixe de assinar a nossa newsletter!

 

Fonte: https://100pepinos.com.br/como-limpar-a-caixa-dagua/

Manutenção Hidráulica, quando devo fazer? Dicas Importantes para você.

 

Não há como escapar: todas as instalações residenciais necessitam de manutenções regulares. Com o projeto hidráulico, não seria diferente. Nesse caso, o tempo médio de manutenção hidráulica costuma variar entre 10 e 15 anos. Quanto mais antiga for a instalação hidráulica, maior a chance de ela necessitar de reparos.

 

Tipos de manutenção hidráulica

Para evitar transtornos e gastos maiores, são recomendadas manutenções periódicas anuais — vistoria, pequenos reparos, troca de componentes, correção de vazamentos etc. — a fim de identificar eventuais falhas que possam trazer problemas mais graves no futuro. É dessas manutenções que falaremos a seguir:

 

Manutenção Preventiva

Como o próprio nome indica, a manutenção preventiva é realizada mesmo quando não há danos aparentes no projeto. Ela serve justamente para investigar possíveis falhas no sistema hidráulico e corrigi-las antes de se agravarem.

Segundo as regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), as manutenções preventivas servem para localizar e reparar todo e qualquer problema que não possa ser negligenciado em uma instalação, sob o risco de causar acidentes. Por isso, o ideal é que seja realizada com frequência anual.

 

Manutenção Preditiva

Esse tipo de manutenção vem sendo bastante procurado e está relacionado aos projetos de automação residencial. Trata-se de um compilado de ações que controlam as instalações da residência por meio de ferramentas tecnológicas, a fim de prever prováveis erros no sistema. Assim, assegura-se o rendimento máximo da instalação e o grau mínimo de ocorrência de falhas operacionais.

 

Manutenção Corretiva

O serviço de manutenção corretiva consiste em realizar os consertos ou reparos dos componentes que já se desgastaram pela ação do tempo. Esse tipo de manutenção também poderá ser necessário caso ocorra algum imprevisto que possa ter comprometido algum componente do sistema hidráulico.

 

Tenha sempre o contato de um bombeiro competente e de confiança, que pode ser facilmente encontrado pela FazTudo.Online. Assim, você garante que tanto a instalação quanto a manutenção do sistema hidráulico sejam bem-sucedidas.

Pronto! Agora sim você sabe o que precisa fazer para uma instalação e manutenção hidráulica residencial segura e de qualidade. E o melhor: sem prejuízos, estresse ou atraso na obra.

Gostou deste conteúdo e quer ficar por dentro de outras dicas de manutenção e prestação de serviços? Então, não deixe de assinar a nossa newsletter!

 

Fonte – https://www.triider.com.br

BNDES oferecerá empréstimos para instalação de placas de energia solar em casa

O Programa Fundo Clima, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), passará a oferecer crédito para pessoas físicas investirem na instalação de sistemas de aquecimento solar e sistemas de cogeração, informou nesta terça-feira, 5, a instituição de fomento. Os recursos poderão ser contratados em operações indiretas somente por meio de bancos públicos.

“Trata-se de mais uma ação do BNDES para incentivar o cidadão brasileiro a investir em sustentabilidade e economia de energia”, diz a nota divulgada pelo banco.

Segundo o BNDES, as regras do Fundo Clima alcançam 80% dos itens financiáveis nesse tipo de instalação, que inclui placas fotovoltaicas, aerogeradores, geradores a biogás e demais equipamentos necessários. Cada cliente pode tomar no máximo R$ 30 milhões a cada 12 meses.

O juro total, incluindo taxas do BNDES e dos bancos repassadores, é de 4,03% ao ano, no caso de pessoas físicas ou jurídicas com renda ou faturamento anual até R$ 90 milhões, e 4,55% ao ano, no caso de renda superior a R$ 90 milhões anuais. O financiamento ainda permite carência de três a 24 meses, com prazo máximo de 144 meses.

Fonte: Folha de São Paulo

3 erros de reforma que vão pesar muito no seu bolso

(Foto: Getty Images)

Fazer uma reforma já é custoso por si só (e nós temos uma série inteira de textos sobre esse assunto), por isso, tudo o que nós não queremos é acrescentar mais números para essa conta. Seja para fazer um pequeno conserto ou uma grande mudança na sala de casa, é interessante você ficar de olho para não cometer esses erros de reforma e gastar muito mais do que você esperava.

Fique de olho para não cometer os erros de reforma abaixo:

1.Priorizar o glamour ao invés da estrutura

Todo mundo sonha com uma cozinha Pinterest ou um quarto como aqueles das revistas, mas se você gastar todo o seu orçamento nisso, quando o telhado está com um vazamento ou os canos do banheiro estão velhos e enferrujados, tanto faz o tipo de cozinha que você tem. Não ignore as questões estruturais da sua casa ou apartamento e cuide delas antes de pensar na estética.

2.Não se ater a um planejamento

Uma das coisas mais comuns do mundo é você perceber a reforma acontecendo e pensar em outras coisas que gostaria de mudar ou adaptar no meio do caminho. Isso, óbvio, vai acabar saindo mais caro para você. Para evitar esse gasto extra, coloque no papel – em um contrato ou outro documento com o seu empreiteiro – tudo o que você quer que seja feito e se mantenha firme nesse planejamento. É fácil você reformar os quartos e achar que a sala ficou sem graça em comparação, e aí decidir mudá-la também de última hora.

3.Ignorar medidas de segurança

É muito tentador você deixar de usar os óculos de proteção na hora de cortar um pedaço de madeira, não se atentar se os empreiteiros estão usando capacetes em um caso de obra mais pesada ou até deixar de usar máscaras ao pintar o teto da sala e luvar para lidar com os materiais de construção. Mas nada disso vale a conta do hospital caso ocorra algum acidente. Garante a sua segurança e todos os envolvidos durante toda a reforma, ok?

Sempre contrate uma empresa de confiança, que abra todo o projeto com você, sem surpresas.

Tire todas as suas dúvidas, entenda o processo da sua reforma, e acompanhe cada passo, fique sempre por dentro ou exija relatórios do desempenho da reforma.

 

Instalação de sistema de energia solar em imóveis ajuda a reduzir as despesas com a conta de luz

placa_fotovoltaicaCom os aumentos constantes na conta de luz, uma opção interessante é instalar um sistema de energia solar, o que reduzirá bastante o custo no fim do mês e representa uma boa economia. Gerar a própria energia por meio de um sistema fotovoltaico (SFV) é um desejo crescente entre a população. “Hoje, é muito comum pessoas fazerem a instalação de placas na hora em que estão construindo suas casas. Além de possível, dimensionar o SFV em conjunto com o projeto da casa, é muito benéfico para a futura instalação e desempenho do sistema. A razão é que, quando o projeto é desenvolvido paralelo ao da casa, os engenheiros têm a liberdade de fazê-lo de maneira otimizada”, garante Ruy Fontes, analista de marketing da Blue Sol Energia Solar.

“Assim, a equipe poderá decidir qual a melhor orientação e inclinação para o telhado, no qual serão instalados os módulos fotovoltaicos, além de sugerir o espaço mais indicado e seguro para alocar o inversor e demais equipamentos, reduzindo a quantidade de cabos usados e garantindo um SFV devidamente alocado e integrado à residência. Dessa forma, o melhor momento para o cliente solicitar o orçamento do sistema é antes de finalizar o projeto de sua casa ou antes que a laje seja concretada. Tudo isso resultará na redução de custo e tempo para a instalação do SFV, além de garantir uma maior eficiência do mesmo, aumentando a lucratividade e reduzindo o tempo de retorno no investimento”, ressalta o executivo.

INFORMAÇÕES 

“Entretanto, muitos clientes que buscam a tecnologia já estão mais avançados na construção de suas casas, às vezes já contando com o projeto civil e elétrico elaborados. Quando os projetos arquitetônico e civil já estão prontos, com a estrutura da casa definida, a equipe de engenharia deverá então, munida desses documentos, estudar diversas informações necessárias para a futura instalação das placas”, salienta Ruy. “A primeira delas é o telhado da casa, no qual serão fixados os módulos fotovoltaicos. Fatores como a orientação e inclinação, tipo (metálico, fibrocimento etc.), armação, área disponível e possíveis sombreamentos são algumas das informações analisadas”, diz o analista de marketing.

Ruy explica que a equipe deverá avaliar também o suporte (vigas) da construção, a fim de certificar qual o peso que ela poderá suportar, bem como as áreas disponíveis para acomodação do inversor interativo. A partir do projeto elétrico, a equipe averiguará as informações necessárias para a instalação elétrica do sistema fotovoltaico. Serão conferidos, nessa parte, os eletrodutos disponíveis na obra e o padrão de entrada da casa (mono, bi ou trifásico, disjuntores e amperagem usados), além do local de instalação do quadro de distribuição geral e o disjuntor de entrada.

DIMENSIONAMENTO 

O executivo ressalta que um dos pontos mais importantes, senão o mais importante, a serem destacados é a forma como será feito o dimensionamento do SFV. “Afinal, se ainda não existe consumo elétrico, como calcular a geração do sistema? Porém, embora o consumo exato não possa ser estipulado, é possível chegar a um valor bem próximo por meio do estudo e cálculo de alguns fatores que interferem diretamente nessa demanda. O padrão de consumo do cliente é o primeiro, e mais fácil método para podermos chegar ao tamanho aproximado do futuro SFV, e consiste em analisar a média de consumo da antiga propriedade do cliente.”

No entanto, ele ressalta que o consumo da nova residência não irá, necessariamente, corresponder ao da antiga. “Então, para calcular mais precisamente o tamanho do sistema, a equipe também deverá fazer uma análise dos equipamentos elétricos de maior potência que serão usados, como chuveiro elétrico, ar-condicionado, eletrodomésticos e bombas d’água, entre outros. Por fim, a análise da quantidade de pessoas que morarão na casa e a rotina delas também fazem parte dos dados analisados. Caso os habitantes sejam um casal que pretende ter filhos no futuro, dimensionar o sistema já pensando nesse aumento do consumo é sempre o mais recomendado, em vez de expandi-lo mais adiante”, salienta Ruy.

Fonte: Lugar Certo