Ferramentas do eletricista, quais adquirir?

 

Na lista de ferramentas para eletricista, qual não pode faltar? Você alguma vez já se fez esta pergunta? Seja você um eletricista montador, eletricista predial ou outro, neste artigo vamos falar qual é o kit de ferramentas ideal e mostrar como o uso das ferramentas corretas é muito importante para desempenhar um bom trabalho. Vamos lá pessoal!

Para trabalhar com eletricidade é necessário contar com diversas ferramentas! É importante conhecer a utilização destes equipamentos para não investir em algo que quase não irá usar ou pior ainda, deixar de comprar uma ferramenta que será muito útil diariamente. Na sequência deste artigo, vamos mostrar quais as principais ferramentas que o eletricista deve ter.

Ferramentas para eletricista: Como escolher?

A lista que vamos apresentar inclui ferramentas quase que obrigatórias e algumas de uso mais específico, mas que é de grande serventia para o eletricista. Analise bem a sua área de atuação e o tipo de serviço que costuma realizar, certamente vai perceber que algumas ferramentas são muito mais importantes que outras, observe bem quais são as prioridades.

Ferramenta eletricista: Chave de fenda

Esta talvez seja a ferramenta mais utilizada pelo eletricista e pode ser encontrada quase que em todas as residências. Seja eletricista ou não, a maioria das pessoas possui uma chave de fenda exatamente pela grande utilidade dela. Para os profissionais que trabalham com instalações elétricas, é muito importante ter pelo menos duas chaves de fenda, uma pequena que servirá para os pequenos parafusos que são utilizados para prender fios em terminais de interruptores e tomadas por exemplo, e uma grande que será usada em parafusos maiores que atuam na fixação dos interruptores por exemplo.

Ferramenta eletricista: Chave Philips

Além das chaves de fenda, é indispensável contar com uma chave Philips, visto que muitos dispositivos elétricos como os disjuntores e vários aparelhos eletrodomésticos possuem componentes presos com parafusos Philips. Muitos profissionais utilizam a chave de fenda nestes parafusos e por mais que possa funcionar no primeiro momento, a utilização de uma chave inadequada irá danificar o parafuso e comprometer a sua eficiência.

 

Ferramenta eletricista: Furadeira

As furadeiras elétricas são ferramentas de extrema importância para o eletricista. Neste aspecto, além da furadeira de qualidade, você precisará de um bom jogo de brocas para metal e para cimento. Existem no mercado vários modelos e tipos de furadeira, na imagem abaixo está a furadeira S8010 fabricada pela Starrett que é um ótimo equipamento. Na hora de comprar a furadeira, observe bem as especiações de cada modelo e não compre pensando apenas no menor preço, já que isso pode se tornar caro no futuro.

 

Furadeira S8010 da Starrett

 

 

Ferramenta eletricista: Alicate de corte lateral

Essa ferramenta é muito útil para cortar os fios e ter um alicate pequeno com cabo isolado é indispensável para os trabalhos com eletricidade. Sendo assim, ter em mãos um alicate de corte pode te ajudar em várias outras tarefas relacionadas com as instalações elétricas.

 

Ferramenta eletricista: Alicate de ponta fina

Este equipamento pode ser útil quando você precisar dobrar ou puxar pontas de fios por exemplo. Também são ótimos para quando o eletricista precisar segurar partes de algum componente em uma determinada posição.

 

Ferramenta eletricista: Alicate desencapador de fios

Esta dica se assemelha com a da utilização da chave Philips, vários eletricistas usam outros tipos de alicates para descascar os cabos e isso não é correto. A ferramenta especifica para desencapar os fios é de fácil utilização e além de garantir um resultado eficaz, evita danos nos cabos que podem causar problemas graves futuros.

 

Ferramenta eletricista: Lima

O uso de uma lima pode ser de grande serventia em diversos trabalhos como por exemplo, remover a oxidação em uma peça de metal ou acertar uma superfície para utilidades diversas. O indicado é que o eletricista disponha de uma pequena e uma grande. Na imagem abaixo você pode ver uma lima da linha da Starrett, estas limas são materiais de ótima qualidade e que certamente irá atender as suas necessidades.

 

Conheça a lima para eletricista da Starrett

 

Ferramenta eletricista: Sonda

A sonda que também é conhecida como arame de passar fios, é um equipamento indispensável no kit de ferramentas do eletricista. A sonda é composta por um arame de aço que foi fabricado para percorrer facilmente dentro dos eletrodutos, ela é usada para passar os fios que serão usados em uma instalação elétrica.

 

Ferramenta eletricista: Multímetro

Outro equipamento indispensável para o bom eletricista é o multímetro. As diversas utilidades e o seu preço relativamente baixo justificam o investimento! Para você ter ideia da importância desta ferramenta, ela serve para testar praticamente todos os aparelhos que funcionam com eletricidade, além é claro da instalação em si.

 

Ferramenta eletricista: Arco de serra

O arco de serra também é importante para os trabalhos de corte e preparação de certas partes metálicas. Atualmente no mercado existe também o mini arco de serra como este da imagem abaixo, eles são fabricados pela Starrett e desempenham diversas funções que o arco de serra comum não consegue como cortes em profundidade por exemplo. Portanto, o ideal é que o eletricista tenha no kit tanto o arco de serra comum, quanto o mini arco de serra.

 

Conheça o mini arco de serra da Starrett

 

Ferramenta eletricista: Fita isolante

É impossível imaginar um eletricista que não tenha um rolo de fita isolante em sua caixa de ferramenta não é mesmo? Exatamente, esse equipamento não pode faltar em hipótese alguma no dia a dia do eletricista. Existem vários tipos e cores e a sua utilização pode variar, então pesquise bem qual é o tipo mais adequado para a atividade que irá realizar.

Além das ferramentas citadas, o eletricista pode contar com várias peças que são comuns nos trabalhos. Dentre elas podemos citar tomadas, interruptores, lâmpadas, fusíveis e etc. Quanto mais equipamentos você tiver, menores serão os imprevistos e maior será o seu campo de atuação.

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Fonte: Mundo da Elétrica

 

Escolha e Instalação de Porcelanatos: [Guia completo]

 

No post de hoje, falaremos sobre a escolha e instalação de porcelanatos. Embora possa parecer simples, veremos o passo a passo desse processo, onde serão apontados alguns detalhes importantes que fazem toda a diferença no acabamento final.

 

Entendendo o que é o porcelanato

O Porcelanato nada mais é que uma cerâmica de alta densidade. Ela é composta a partir da combinação de quartzos, argilas e outros materiais. Esses materiais são aquecidos a altas temperaturas de até 1.300 °C e submetidos a um processo de compactação, modelagem e secagem.

 

 

Ao final deste processo de compactação e modelagem, chega-se ao resultado de um material mais homogêneo e denso. Com aproximadamente 15 mm de espessura, altamente resistente ao desgaste de trafego de pessoas. Além de uma superfície menos porosa com baixo índice de absorção de água.

Deste modo, o porcelanato apresenta grandes vantagens se comparado às cerâmicas convencionais.

 

 

Características do porcelanato

O porcelanato tem uma resistência três vezes maior que às cerâmicas comuns, por sua densidade e resistência à riscos e desgastes, em geral. Dessa forma, apresentando uma vida útil mais prolongada.

A escolha pelo porcelanato dá-se principalmente pela baixa absorção de água, por ser menos poroso, sua praticidade na hora da limpeza e sua durabilidade.

Por conter essas características de resistência, durabilidade e praticidade, ao adquirirmos esse revestimento, prolongamos o tempo de realizar manutenções ou reformas.

Se algum dia tiver a oportunidade, repare no chão que você pisa. Se a cerâmica apresentar manchas de uma peça para outra, com certeza estará diante de uma cerâmica de baixa qualidade. Que contribui com uma possível infiltração no vizinho de baixo. Essas manchas mostram que a cerâmica utilizada está absorvendo a água.

Agora que já sabemos a composição do porcelanato e algumas das vantagens sobre às cerâmicas convencionais, devemos analisar o tipo de acabamento do porcelanato e a indicação para cada ambiente.

 

As 3 principais opções de porcelanato

 

PORCELANATO POLIDO

São as cerâmicas que recebem polimento, produzindo superfícies extremamente lisas e proporcionando um alto brilho para o revestimento.

A escolha desse tipo de porcelanato faz toda a diferença no acabamento de sua residência. São extremamente práticos na hora da limpeza, onde uma passada de pano é mais que suficiente para a higienização. É indicado para áreas íntimas ou áreas secas, como salas e dormitórios. Os mais comuns são os mais claros ou os que imitam mármore.

 

 

PORCELANATO ACETINADO

Sua superfície possui um brilho leve e discreto. Em seu acabamento possui uma textura suave e sedosa, muito confortável para todos os pisos das áreas molhadas (banheiro, cozinha e lavanderia) e áreas secas (salas e dormitórios). Também é muito prático na hora de limpar e sua leve porosidade garante segurança de quedas e de escorregamentos. Ultimamente os mais utilizados são os pisos com acabamentos cimentícios, chamados de pisos de cimento queimado.

 

 

PORCELANATOS EXTERNOS

São cerâmicas com alta porosidade, capazes de gerar grande aderência em ambientes externos, que estão sujeitas às intempéries da natureza. Possuem um aspecto rústico em sua superfície, minimizando os riscos de acidente. Existem modelos amadeirados, que imitam folhas de madeira. É indicado para pisos de quintais e garagens.

 

 

Qual tamanho escolher?

É de suma importância a contratação de um arquiteto para a realização de um bom projeto. Pois, baseado em seus conhecimentos, ele irá orientar as escolhas de forma adequada. Fundamentado em seus conhecimentos técnicos e nas necessidades do cliente, determinando assim o sucesso do resultado final.

Na criação do Layout e da planta de piso, será identificado as vantagens e desvantagens da escolha do tamanho do porcelanato. Após essa análise, será estabelecido a melhor alternativa que melhor se adéqua ao projeto, contemplando questões estéticas, como paginação e recortes do piso, como as especificações técnicas de densidade, resistência e durabilidade.

Por exemplo, de acordo com uma paginação proposta, o projeto indica a quantidade de recortes necessárias próximo as portas, esquadrias e paredes de divisão. A melhor recomendação é aumentar ou diminuir o tamanho do piso, para que esses recortes se ajustem melhor a esses obstáculos. Os tamanhos mais utilizados são os de 60x60cm e 90x90cm.

Veja na imagem a seguir um exemplo de duas paginações. Note que nesse exemplo, a melhor opção é o de 60x60cm, pois o número de recortes é menor e não será preciso moldar tanto a peça, evitando quebras e perdas desnecessárias.

 

 

Processo de instalação do porcelanato

É importantíssimo essa fase de planejamento, pois irá influenciar no resultado final da obra. Um piso ruim e desnivelado influencia no acabamento do ambiente, e em alguns casos, deixa com um aspecto feio e inadequado o encontro do piso com o revestimento utilizado na parede.

A seguir mostraremos o passo a passo do processo de averiguação da qualidade do contra piso que receberá o porcelanato.

Dica: Consulte e contrate um arquiteto para que ele os acompanhe na vistoria da entrega das chaves do imóvel. Além de ser habilitado para projetar e reformar, este profissional é altamente qualificado para reconhecer defeitos e imperfeições deixados pela construtora, ou antigo proprietário, no qual passam despercebidos ou são omitidos. Com um check list, trena, esquadro e um nível a laser, ele irá direcionar essa verificação, evitando futuramente reparos desnecessários na reforma. Assim, você iniciará o processo da obra com um bom planejamento.

 

Passo 1: Nivelamento do contra piso

Seja com uma mangueira ou nível a laser, o ideal é descobrir nessa fase as imperfeições do contra piso. O arquiteto consegue prever um nivelamento de contra piso, caso a diferença seja grande de um canto para outro no mesmo ambiente. Se as imperfeições forem mínimas, é possível obter o nivelamento do piso, trabalhando com a espessura da argamassa utilizada para instalação do porcelanato.

 

 

Passo 2: Impermeabilização das áreas molhadas

Áreas molhadas são todos os ambientes que recebem uma grande incidência de água, como os banheiros, cozinha e lavanderia.

Esses ambientes necessitam de impermeabilização no contra piso. O impermeabilizante é a segurança e garantia de que um piso bem instalado e rejuntado, com uma aplicação correta, não sofrerá infiltrações nem irá danificar o forro do vizinho debaixo.

As marcas mais conhecidas e utilizadas são: Viapol, Quarzolit, Bautech e Sika.
Todas essas marcas trabalham com impermeabilizantes com bi componentes (pó e líquido) onde você mistura os dois componentes e tem o produto final para aplicar.

A maioria das marcas trabalha com as linhas 1000, indicadas para áreas molhadas de ambientes internos, a linha 5000, especificada para caixa d’ água de alvenaria externa, e também a linha 7000, indicadas para cisternas e piscinas. Utilizaremos a linha 1000, que é mais que suficiente para impermeabilizar a cozinha, lavanderia e banheiros.

O processo de aplicação de impermeabilizante líquido dura aproximadamente 2 dias, onde se aplica de 3 a 4 demãos do produto, de acordo com a especificação de cada fornecedor.

A primeira aplicação deve ser feita em um único sentido. É importante respeitar o tempo de cura e secagem do produto, especificado na embalagem. Geralmente o intervalo é de 3 a 4 horas, em cada demão.

Na segunda demão aplicaremos o impermeabilizante no sentido contrário ao da primeira, e assim sucessivamente. A ideia é criar uma malha de proteção nesse contra piso.

 

 

No banheiro o processo deve ser o mesmo. É necessário proteger o piso e as paredes, considerando o fato de que o chuveiro joga uma grande quantidade de água nas paredes, ou apenas os respingos de água. Portanto, é comum aplicar o impermeabilizante nas paredes a uma altura de aproximadamente 1,20m, e por precaução aplicar no nicho do box, que será revestido com granito ou o próprio porcelanato.

 

Passo 3: Escolha e aplicação de argamassa para porcelanatos

São esses os 3 tipos de composição de argamassas disponíveis no mercado: Argamassa AC1, AC2 e AC3. A argamassa AC1 é recomendada para cerâmicas comuns. Pois, elas trabalham com a colagem mecânica, ou seja, a grande porosidade do piso permite a absorção de elementos como cimento. Que produz a liga entre a massa e os poros da cerâmica, grudando-o no piso.

A escolha ideal para a instalação do porcelanato é a argamassa AC2 e AC3. Pois, em sua composição há vários tipos de polímeros, que trabalham e reagem perfeitamente com a superfície de colagem do porcelanato. Esse processo de colagem acontece através de reações químicas. Onde os polímeros existentes nessa massa, criam a liga necessária entre o porcelanato e o piso.

 

 

Aplique argamassa com uma desempenadeira dentada, em sentido único. Ela produzirá frisos de respiro, que são responsáveis por não deixar que bolhas de ar permaneçam entre o porcelanato e a massa. Dessa foma, evitando que ele fique oco em alguns pontos.

 

 

Passo 4: Saída do piso

O ideal é que a primeira peça seja instalada, no canto do ambiente, geralmente atrás das portas. Assim os recortes ficarão todos para o canto oposto, pois, recortes desses cantos quase não aparecem.

Se pensarmos em um dormitório como exemplo, a cama, cabeceira, criados mudos e armários, certamente esconderão esses recortes. Assim o que fica visível é a peça inteira, deixando o ambiente mais bonito.

 

 

Passo 5: Espaçamento de piso

Existem vários tipos de espaçadores para pisos e revestimentos, e eles variam em formato, espessura e função.

Dica: É importante seguir as recomendações de espaçamento do porcelanato. Essas informações estão indicadas na caixa do revestimento. E por que é tão importante respeitar essa indicação? Porque, o fabricante está garantindo que seu piso não terá problemas.

Embora não seja perceptível, toda estrutura sofre pequenas dilatações. Sob a influência da variação de temperatura, ocorrem movimentos, sendo necessários pequenos espaços para que não ocorra danos causados pela força de compressão, e nem fissuras e rachaduras pela contração do piso.

O espaçamento mínimo mais indicado é o de 2mm, siga essa indicação e não terá nenhum problema

Espaçadores em cruz ou “x” são os mais comuns e mais utilizados. Atualmente existem no mercado um outro modelo, que além de separar ele ajuda a nivelar o piso pela superfície, travando um ao outro.

 

 

Passo 6: Rejunte

Antes de começar a aplicação, o porcelanato deve estar totalmente limpo e sem qualquer tipo de poeira. Isso porque o rejunte possui uma porcentagem de umidade e adere facilmente qualquer tipo de sujeira.

O rejunte tem o objetivo inicial de evitar fissuras e infiltrações. Existem vários tipos de rejunte, sendo os mais utilizados:

Rejunte flexível: material bi componente, que depende da adição de água para se ter a liga composta. Ele tem acabamento áspero e não possui a propriedade de proteger contra mofo;
Rejunte acrílico: massa já preparada para aplicação, possui acabamento liso e tem a capacidade de proteger contra mofo;
Rejunte epóxi: material bi componente, depende da adição de catalisador para se ter a liga composta, também tem o acabamento liso e tem a capacidade de proteger contra mofo.

O mais indicado para porcelanato em áreas secas, como sala e dormitórios, é o rejunte flexível. Já o rejunte acrílico é mais indicado para porcelanatos em áreas molhadas como cozinha, lavanderia e banheiros.

Ambos têm o mesmo período de secagem, entre 2 e 3 horas a secagem parcial, e 24 horas para a secagem definitiva.

 

 

Após a secagem parcial, é possível iniciar a limpeza de excesso do rejunte. O mais recomendável é utilizar um bloco de espuma úmida para limpar a superfície onde o rejunte foi aplicado.

 

 

Após essa primeira limpeza, utilizar pano úmido para limpeza final.

 

Dica: Fique de olho se o pedreiro também calafeta com rejunte os espaços deixados entre o porcelanato e a parede. Embora a função de proteger esse espaço seja do rodapé, não custa nada ter um cuidado maior e proteger esses espaços também.

 

Pronto para fazer a escolha e instalação de porcelanatos?

Agora que você já sabe o passo a passo para a melhor forma de escolha e instalação de porcelanatos, de acordo com cada ambiente, é só colocar em prática tudo o que ensinamos nesse post.

Se ainda tiver dúvidas, estamos à disposição para esclarecer dúvidas. Ou até mesmo fazer esse serviço para você. Consulte-nos!

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Fonte: Studiotec

 

DICAS DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA DE TELHADOS

 

Responsável por proteger e, também, por valorizar a estrutura de uma residência, dando um charme e toque de sofisticação, o telhado, muitas vezes, pode ser o motivo de muita dor de cabeça.

Encontradas de diferentes acabamentos e materiais, as telhas podem ser esmaltadas, coloridas, naturais. E ainda existem as famosas telhas de cimento.

As maiores variações entre tipos de telhados ocorrem em função do tipo do desenho. Existem muitos tipos no mercado e podemos citar telhas tipo Francesa, Colonial, Plan, Romana, Portuguesa, Americana, Germânica, entre muitas outras.

O que muda entre elas é o design da peça e a forma com que ela conduz a água e se encaixa com a telha ao lado. A escolha do tipo de telha é fundamental, pois determina a inclinação que o telhado deve ter para que não haja infiltrações. É aqui que mora o problema.

Para garantir que um telhado cumpra eficazmente a sua função, é importante que se assegure uma manutenção regular da cobertura.

Como qualquer coisa usada, ao longo do tempo, é natural que surjam algumas telhas que desenvolvam fissuras, fendas ou fraturas. Isto além das normais necessidades de circular sobre o telhado para se instalar equipamentos ou outras reparações, queda de granizo.

Para que você se poupe de uma possível dor de cabeça, separamos algumas dicas para você:

1. Faça manutenção preventiva

É importante fica atento à manutenção frequente do telhado, independente do clima, pois mesmo sem chuvas ou ventos fortes, a falta de manutenção pode prevenir diversos problemas, como goteiras e rachaduras. Além disso, é importante avaliar também os pontos de junção, como espigão, água furtada, chaminés e verificar o alinhamento correto das telhas.

2. Limpe as calhas

As calhas são úteis para a conservação e proteção do telhado, mas necessitam de cuidados. Limpe-as regularmente, para evitar entupimentos e consequentemente danos ao telhado.

3. Revise as telhas

Lembre-se de revisar o estado de suas telhas regularmente, analisando se há passagens de luz, pontos de umidade, entre outras irregularidades.

4. Invista em produtos de impermeabilização

Desta forma você evita diminuir a vida útil das telhas pelo motivo da absorção de água. Fique atento: Alguns produtos podem deixar o tom da telha mais amarelo.

 

Seguindo essas dicas, você estará preservando seu telhado, prolongando sua vida útil e evitando transtornos.

 

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Fonte: Distel Telhas

QUANDO USAR MÓVEIS PRONTOS OU SOB MEDIDA

 

A principal diferença entre os móveis prontos e os móveis sob medida é o preço. Em geral, os móveis prontos tendem a ser mais baratos, devido à sua produção em larga escala, embora existam sempre diferenças de valor baseadas também na qualidade dos materiais ou na espessura e acabamento das peças, que determinam sua resistência e durabilidade.

Porém, comparando móveis de mesma qualidade, os prontos costumam sair ganhando, já que são produzidos e vendidos aos montes.

No entanto, em algumas situações os móveis sob medida oferecem um resultado muito melhor, pois se encaixam mais adequadamente às funções e ao espaço disponível, especialmente em espaços pequenos, com formas inusitadas ou que precisem guardar objetos específicos, de tamanhos bem definidos.

É preciso, então, analisar se existem móveis soltos que possam ser eficientes em cada situação, e se houver, o bolso agradece. Senão a solução é partir para os móveis sob medida mesmo, que às vezes vale o investimento.

 

 

Na categoria de móveis sob medida, existem as marcenarias e as lojas de planejados. A diferença entre os dois é que a marcenaria é sob medida mesmo, do início ao fim, com poucas restrições de tamanho e forma. Já os planejados, por serem feitos com peças feitas em fábricas, com tamanhos modulados, não oferecem tanta liberdade de criação aos projetos. Porém, por serem um intermediário entre o processo de produção “artesanal” da marcenaria e a linha de produção básica dos móveis prontos, os planejados são muitas vezes mais baratos do que a marcenaria e ao mesmo tempo um pouco mais versáteis do que as peças prontas, se considerarmos materiais similares.

Mas para valer a pena usar móveis planejados, as medidas têm que seguir a padronagem do fabricante, caso contrário o preço fica muito maior do que se a mesma peça fosse produzida em marcenaria.

 

 

Essa é a situação quando comparamos esses três tipos de móveis. Se analisarmos os preços de maneira mais ampla e geral, no entanto, a diferença entre um fornecedor e outro pode ser enorme, e tem a ver com a margem de lucro de cada um, com vantagens de qualidade e de serviço, entre outros fatores. Podem existir, assim, móveis prontos mais caros do que os de uma marcenaria mais simples, por exemplo.

Por isso é preciso sempre fazer um balanço entre o que se está disposto a gastar para ter produtos de maior ou menor qualidade, e em paralelo fazer uma análise do projeto em si, para ver se os móveis prontos podem ser uma opção eficiente ou se não funcionam para determinadas situações e por isso devem ser descartados, integral ou parcialmente.

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Fonte: Dicas de Arquitetura

Saiba os pisos ideais para a garagem

Opte pelo piso antiderrapante, principalmente se a garagem é descoberta

 

O piso da garagem precisa atender a alguns fatores para que haja segurança no local, pois os veículos são pesados e geram sujeira, como manchas da borracha do pneu e de óleo que pode vazar. Na hora de escolher o piso considere a resistência, aspereza, durabilidade, facilidade de limpeza e de manutenção. Veja, abaixo, as melhores opções de materiais para o local.

 

A segurança deve ser a maior preocupação

Não escolha qualquer material. Um grande erro é achar que por ser uma área externa ou em que as pessoas não vão ficar, você pode colocar qualquer piso. Atenção: Prefira produtos de marcas confiáveis, indicadas para esse uso, resistentes a alto tráfego e antiderrapantes.

De modo geral, os pisos mais fáceis de limpar são lisos e escorregadios. Os antiderrapantes, são irregulares, o que dificulta a limpeza, mas não escorregam.

Opte pelo piso antiderrapante, principalmente se a garagem é descoberta. Isto previne acidentes domésticos em dias chuvosos. E se você escolheu um piso poroso, como as pedras naturais e os cimentícios, lembre-se que eles necessitam de cuidados especiais, como impermeabilizações periódicas, para evitar que fiquem encardidos.

As peças polidas são lindas, mas o contato dos pneus podem riscá-las, além de serem escorregadias em contato com a água.

Para escolher o piso mais adequado avalie os custos, a estética, a resistência, a facilidade de instalação, a segurança e a frequência de manutenção.

 

Faça uma boa base e capriche no contrapiso

Preste atenção na base para assentar o piso, que deve ser bem resistente. Se for feito de qualquer jeito, pode afundar com as altas cargas de deslocamento do veículo ou soltar o piso.

Acabou o dinheiro? É possível utilizar o contrapiso de concreto na garagem. A desvantagem é que fica mais difícil para limpar.

 

Conheça alguns pisos

Há muitas opções de materiais que podem ser usados: pedra miracema, ladrilho hidráulico de calçada, paralelepípedo, mosaico português, além dos já conhecidos revestimento cerâmico e porcelanato. No caso de piso cerâmico ou porcelanato, procure por peças indicadas para locais de alto tráfego, pois são mais resistentes. Saiba mais sobre alguns deles:

Pedras

As pedras brutas são resistentes e têm superfície antiderrapantes. Algumas boas opções são as pedra miracema, são tomé e góias. Cuidado com as lisas e escorregadias, como granitos e mármores polidos, existem acabamentos como o levigamento para que ele fique antiderrapante. Se você optar por usar pedra, use também uma resina protetora aplicada sobre a pedra pra diminuir a porosidade e evitar manchas.

Placas cimentícias

As placas – feitas com concreto de alto desempenho– têm a vantagem de apresentarem boa resistência e durabilidade e mantêm o piso mais frio, porque absorvem menos calor. São peças de grandes formatos e aplicadas com juntas para dilatação.

Depois de assentá-las sobre o contrapiso, é recomendável aplicar uma camada de resina protetora para reduzir a absorção de água e gordura, facilitando a limpeza. A reaplicação desta resina deve acontecer anualmente.

Piso intertravado

São pisos de concreto para áreas externas. A grande característica do piso intertravado é permitir que o solo continue absorvendo água – uma questão bem importante para os centros urbanos. É um tipo de piso resistente, antiderrapante e que pode ser encontrado em vários formatos: piso sextavado, piso raquete, piso retangular, piso quadrado. E os modelos são convencional, piso drenante/jardim e piso grama.

O convencional é inteiro de concreto e permite menor absorção de água só pelas juntas (encontro entre as peças). O pisograma é como uma moldura de concreto que permite o cultivo de grama no centro. Ele é semipermeável e resistente ao tráfego de veículos. Seu uso garante até 60% de permeabilidade do solo. Já o drenante em concreto poroso, que é encontrado em diversos desenhos, garante até 95% de permeabilidade do solo.

Ladrilho hidráulico

O ladrilho hidráulico tem peças de diversos tamanhos: 15×15, 20×20, 40x40cm e grande variação de modelos e cores. É antiderrapante, mas é muito poroso. Por isso, pode acumular sujeira e ficar com aparência de encardido. Sua resistência é muito alta, tanto que ele é muito utilizado em calçadas com grande fluxo de pessoas.

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Fonte: 100pepinos

Elétrica

 

Este guia é para quem vai contratar um profissional para fazer instalação elétrica ou manutenção em sua casa e quer controlar melhor a qualidade

 

O BÁSICO

Muita gente confunde elétrica com iluminação e fica preocupada apenas com as lâmpadas e lustres. A instalação elétrica vem antes e inclui todo conjunto de cabos, interruptores e tomadas que garante energia para a casa inteira. Se for mal feita ou mal dimensionada pode causar incêndios e choques graves onde nem se espera – como na porta da geladeira, por exemplo.

Para acompanhar a qualidade da sua obra elétrica preste atenção em três principais coisas: (1) organização do quadro de energia (caixa de força), (2) tipo de cabos que seu eletricista pede e usa e (3) quantidade e posição dos pontos de energia nos cômodos. E, claro, não aceite gambiarras, não autorize emendas, nem fios desencapados ou cabos passando fora de conduítes – vai sair mais caro no final!

 

Instalação elétrica “vence”!

Se sua casa tem mais de dez anos, provavelmente você precisará fazer uma manutenção de elétrica. Os próprios cabos podem começar a apresentar problemas nos pontos de junção e dobras, especialmente se a sua casa tem ou teve problemas com umidade, infiltrações etc. Além disso, hoje em dia , as pessoas tem muito mais aparelhos eletrônicos em casa , mas as instalações não foram planejadas para isso. Planejar é importante em qualquer obra, mas com elétrica é fundamental, portanto aproveite o momento da reforma e peça uma avaliação das instalações elétricas da sua casa.

 

Circuitos de energia organizados

O quadro de distribuição (de energia) é o ponto de controle da energia na sua casa. A energia da rua chega nela por um cabo especial, mais grosso, passando pelo medidor de luz. De lá, a energia vai até os pontos (tomadas, lâmpadas, chuveiros elétricos etc.) via cabos mais finos. Cada conjunto de cabos que sai do quadro de distribuição e percorre vários pontos em casa se chama circuito. Cada um desses circuitos começa no quadro com um disjuntor (ou fusíveis nas casas antigas).

Você deve garantir que na sua casa sejam feitos vários circuitos, ou seja, no seu quadro de força você deve ter, pelo menos, quatro disjuntores instalados: um disjuntor específico para tomadas de uso comum, um para lâmpadas, um para tomadas da cozinha e, principalmente, um para cada chuveiro.

A regra geral é ter um circuito separado para aparelhos que consomem mais de 1800 Watts de energia (confira a potência na etiqueta ou embalagem do aparelho elétrico). Aparelhos potentes como torneira elétrica, micro-ondas e ar condicionado, precisam de um disjuntor exclusivo para cada um deles. Exija isso do seu eletricista e teste todos os circuitos ligando e desligando os disjuntores antes de aceitar o trabalho.

 

Fios e cabos certos

Um bom eletricista deve te pedir cabos de cores e grossuras (ele vai chamar isso de bitola) diferentes e vai explicar o porquê. Não aceite material sem certificação de qualidade INMETRO, o risco é muito grande.

As grossuras (bitolas) dependem do tipo de circuito – quanto mais grosso, mais potente (e mais caro). Os circuitos mais potentes são para ligar chuveiro. aquecedor de água elétrico, ar condicionado e eletrodomésticos da cozinha (a chamada linha branca). Para eles o eletricista deve te pedir bitolas de 4 ou 6 mm²; para tomadas comuns 2,5 mm² e para luminárias, 1,5 mm² no mínimo.

As cores dependem da finalidade do cabo e são regularizados pelas normas da indústria. São três principais tipos de cabos que você terá em sua casa: terra (para segurança contra curto circuito e choques) – cor verde ou verde/amarelo, neutro (sem corrente elétrica) – azul; e fase (sob tensão elétrica) – preto, marrom ou vermelho.

Os cabos podem passar por dentro ou por fora da parede. De qualquer maneira os cabos devem ficar sem contato direto com a parede, dentro dos conduítes (são tubos ou mangueiras especiais). Peça um plano de instalação ao eletricista e veja se os fios fazem o mínimo possível de curvas. Isso facilita a manutenção e aumenta a vida útil dos cabos.

 

Luz e tomadas sem falta

Para decidir a quantidade de tomadas, pense nos aparelhos que vai conectar. Na duvida é melhor ter tomadas sobrando do que fazer gambiarras. Para sua referência, planeje pelo menos uma tomada a cada 3,5 metros de parede na cozinha, e uma a cada 5 metros nos quartos e salas. No banheiro, tenha pelo menos uma tomada e garanta que ela fique pelo menos a 60cm de distância do chuveiro pra evitar choques.

Na cozinha e na área de serviço, é bom planejar algumas tomadas de 220V, pois alguns aparelhos podem precisar desta tensão. Essas tomadas devem ser marcadas com cor diferente para evitar queimar os aparelhos com tensão padrão de 110V.

Também planeje os pontos em que irá colocar iluminação e a localização deles no ambiente.

 

 

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Fonte: https://100pepinos.com.br/eletrica/

3 erros de reforma que vão pesar muito no seu bolso

(Foto: Getty Images)

Fazer uma reforma já é custoso por si só (e nós temos uma série inteira de textos sobre esse assunto), por isso, tudo o que nós não queremos é acrescentar mais números para essa conta. Seja para fazer um pequeno conserto ou uma grande mudança na sala de casa, é interessante você ficar de olho para não cometer esses erros de reforma e gastar muito mais do que você esperava.

Fique de olho para não cometer os erros de reforma abaixo:

1.Priorizar o glamour ao invés da estrutura

Todo mundo sonha com uma cozinha Pinterest ou um quarto como aqueles das revistas, mas se você gastar todo o seu orçamento nisso, quando o telhado está com um vazamento ou os canos do banheiro estão velhos e enferrujados, tanto faz o tipo de cozinha que você tem. Não ignore as questões estruturais da sua casa ou apartamento e cuide delas antes de pensar na estética.

2.Não se ater a um planejamento

Uma das coisas mais comuns do mundo é você perceber a reforma acontecendo e pensar em outras coisas que gostaria de mudar ou adaptar no meio do caminho. Isso, óbvio, vai acabar saindo mais caro para você. Para evitar esse gasto extra, coloque no papel – em um contrato ou outro documento com o seu empreiteiro – tudo o que você quer que seja feito e se mantenha firme nesse planejamento. É fácil você reformar os quartos e achar que a sala ficou sem graça em comparação, e aí decidir mudá-la também de última hora.

3.Ignorar medidas de segurança

É muito tentador você deixar de usar os óculos de proteção na hora de cortar um pedaço de madeira, não se atentar se os empreiteiros estão usando capacetes em um caso de obra mais pesada ou até deixar de usar máscaras ao pintar o teto da sala e luvar para lidar com os materiais de construção. Mas nada disso vale a conta do hospital caso ocorra algum acidente. Garante a sua segurança e todos os envolvidos durante toda a reforma, ok?

Sempre contrate uma empresa de confiança, que abra todo o projeto com você, sem surpresas.

Tire todas as suas dúvidas, entenda o processo da sua reforma, e acompanhe cada passo, fique sempre por dentro ou exija relatórios do desempenho da reforma.

 

5 coisas que você não sabia sobre energia solar fotovoltaica

Recentemente realizamos uma pesquisa sobre energia solar fotovoltaica com nossos clientes e pessoas que se cadastraram em nosso portal. A pesquisa teve um caráter fortemente informativo, uma vez que em todas as perguntas havia uma afirmativa disfarçada. Essa pesquisa foi realizada em parceria com a GALT, empresa parceira da Faz Tudo Engenharia.

As respostas nos mostraram que enquanto grande parte do público sabe o que é um sistema fotovoltaico e que é possível economizar na conta de luz, a maior parte das pessoas não saberia quantificar os ganhos com esse tipo de investimento. Este artigo tem como objetivo esclarecer cada um desses pontos.

O que é um sistema fotovoltaico conectado a rede

Um sistema fotovoltaico conectado a rede é um sistema de painéis fotovoltaicos capazes de converter a energia luminosa do sol em energia elétrica. Estes painéis são conectados à instalação elétrica de qualquer tipo (residência, comércio, fazenda, indústria, etc) através de inversores de frequência. A rede da concessionária de energia funciona, neste caso, como uma bateria infinita. Isso significa que enquanto os painéis estiverem gerando mais energia que aquela demandada pela instalação, o excedente será enviado à rede, gerando créditos. Quando os painéis estiverem gerando menos energia do que a demanda da instalação, a rede da concessionária fornecerá a diferença, consumindo os créditos.

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Você pode economizar até 90% dos seus gastos com energia

Muitas pessoas perguntam se é possível parar de pagar a conta de energia. Infelizmente, para sistemas fotovoltaicos conectados à rede, a resposta é não. Por estar conectada a rede, a instalação adota o sistema de compensação de energia, que é regulado pela ANEEL.

Uma das regras deste sistema é sobre a taxa de disponibilidade. Esta taxa tem valor equivalente a 30, 50 ou 100 kWh para instalações monofásicas, bifásicas ou trifásicas, respectivamente. Além desta taxa, há também a tarifa de custeio de iluminação pública, para os clientes residenciais.

Por isso é impossível que uma instalação com um sistema fotovoltaico conectado a rede consiga zerar os custos de energia. Mas quanto maior o consumo, mais próximo podemos chegar dos 100% de economia.

Atratividade do investimento em energia solar

A atratividade deste tipo de projeto depende principalmente de quatro fatores:

  1. Custo da energia
  2. Irradiação solar
  3. Incentivos fiscais
  4. Consumo atual

A estimativas mostradas a seguir são baseadas em um projeto realizado em Belo Horizonte – MG, visando o atendimento a uma residência com conexão bifásica e consumo de 210 kWh mensais, que é pouco acima da média nacional de 180 kWh.

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O investimento é recuperado em cerca de 6 anos

Como pode ser visto no gráfico acima, este projeto se paga em cerca de seis anos, considerando uma inflação de 6.5% ao ano.

Depois de 25 anos o investimento se multiplica por 5 vezes

Nesta análise, o valor economizado com as contas de energia elétrica ao longo de 25 anos foi até maior, cerca de 6.8 vezes o valor investido.

As taxas de retorno são superiores que qualquer investimento de renda fixa existente

Para conseguir uma rentabilidade similar ao investimento em energia solar fotovoltaica, seria necessária uma taxa de 19.6% ao ano.

*Cada projeto de energia solar tem suas peculiaridades devido à regras locais, irradiação solar, tarifas de energia, características construtivas e outros fatores. Este artigo tem o objetivo apenas de esclarecer as possibilidades de investimento neste tipo de tecnologia de geração de energia e não pode substituir uma análise específica das condições de cada projeto. Entre em contato conosco para começar já a economizar energia!

Fonte: Galt Energia

 

Confira 10 dicas para planejar e concluir uma reforma sem sofrimento

1 – Planeje sua reforma e gastos – Contratar um projeto pode salvar sua obra e seu bolso! No papel, todos os itens devem estar especificados, desde o modelo das luminárias até a quantidade, tipo e paginação dos pisos. Com isso definido em papel, você poderá ter uma tomada de preços mais eficiente e economizar na hora de contratar, pois terá garantido que o orçamento está sendo feito a partir de uma ideia definida.

O tempo de projeto é proporcional ao tamanho da obra e leva, no mínimo, um mês e meio para ser concluído com qualidade. Colocar tudo no papel antes de começar a contratar e gastar com a obra lhe dará a dimensão de tudo e evitará surpresas desagradáveis, como decidir um revestimento ou modelo de torneira enquanto o prestador espera parado na obra ou gastar muito com os prestadores e não ter verba para comprar os móveis, por exemplo.

Orçar a obra dá trabalho, mas traz muitas economias. Alguns escritórios já entregam uma planilha com o projeto orçado de ponta a ponta (desde a mão de obra até os eletrodomésticos). Esta planilha é importante para se ter uma ordem de grandeza do gasto e saber o que é possível fazer na hora de executar. Pode ajudar a filtrar alguns itens, substituir algumas especificações ou negociar valores para atingir uma meta de gastos.

2 – Procure um profissional com antecedência – O planejamento e o projeto exigem um tempo de desenvolvimento e devem entrar no planejamento do prazo da obra.

Se você quer ter uma piscina linda no verão, comece a planejá-la em meados de junho. Se pretende ter um gazebo com lareira, pode iniciar o projeto em pleno verão.

Além disso, atenção ao contratar, procure sempre pessoas capacitadas. O faz-tudo, em geral, não é a melhor opção, pois não é especializado. Pesquise em lojas conceituadas ou com amigos que já contrataram algum serviço.

3 – Pesquise preços de materiais antes do início da obra – Faça isso especialmente com os materiais de acabamento e leve em consideração que vai gastar, em média, a mesma quantia com mão de obra.

4 – Monte um cronograma – O serviço de administrar uma obra vai muito além de comprar os materiais que os prestadores solicitam. Antes do início, vale reunir todos os envolvidos e questionar prazos e o que poderá ocorrer em caso de eventuais intempéries. A compatibilização dos serviços também é essencial para a realização deste cronograma.

Uma obra simples tem sempre uma logística dos serviços a serem realizados: comece pela demolição, entre com as alterações elétricas, projeto de iluminação, forro de gesso, regularização ou assentamento do piso e marmoraria, instalação das luminárias, masseamento e primeira demão de pintura, marcenaria, finalização dos acabamentos e encerre pelo retoque de pintura e instalação de adesivos e papel de parede.

Fora isso, evite iniciar uma reforma no final do ano. Essa não é a melhor época para iniciar uma reforma. Muitas lojas param de atender já em meados de dezembro. Se a obra é realizada em área externa deve-se, obviamente, evitar os meses de chuva, como na primavera e no verão.

5 – Esteja por dentro de todos os prazos – Se você pretende montar a marcenaria é necessário contar com o fechamento do pedido e conferência das medidas ao menos 60 dias antes da data prevista de montagem. Assim como a marcenaria, cada serviço tem um prazo para o fornecimento dos produtos e todos os fechamentos devem ser compatibilizados com a planilha de execução. Assim você poderá cobrar a entrega a partir do prazo do fornecedor. Nem tudo é fornecido no mercado a pronta entrega e planejar as janelas de fechamento e instalação é essencial para que a obra não fique parada.

6 – Fique atento às adversidades – Mesmo montando o cronograma, é muito difícil estabelecer prazos para o término da obra quando falamos em reforma, porque situações inesperadas podem acontecer. Por exemplo, pode haver a indisponibilidade de algum produto, falta de mão de obra, atrasos nos prazos de entrega de fornecedores ou mesmo algum imprevisto no imóvel, como um problema não aparente.

7 – Transtornos fazem parte da reforma – Se você pretende reformar sem desocupar o imóvel é bom ter plena ciência de que morar numa obra tem muitos inconvenientes, como pessoas o tempo todo circulando pelo imóvel, poeira e o impedimento de circulação em alguns cômodos da casa.

8 – Evite colocar vários fornecedores trabalhando juntos – Isso não é bom. Dificulta o controle da qualidade dos trabalhos e muitas vezes um acaba prejudicando o trabalho do outro.

O ideal ao receber um prestador de serviço é especificar detalhadamente o que cada fornecedor vai fazer, elabore uma lista e peça para o contratado assinar.

E não esqueça! Guarde os contratos, todas as notas fiscais de compras, recibos e orçamentos para evitar dores de cabeça.

9 – Reparos de infraestrutura – Os reparos com infraestrutura como alvenaria, hidráulica, colocação de gesso etc. ou qualquer outro serviço que gere algum tipo de sujeira deve ser feito no início da obra. Os trabalhos com acabamento como pintura, laqueação de móveis, colocação de pisos de madeira ou decoração ficam por último, como mencionado no item 4.

Exija limpeza no decorrer do trabalho. Pois, obra limpa é obra segura. Organize também o espaço para guardar o material para evitar desperdício.

Outro etapa importante é a limpeza pós-obra. A faxina de obra deixa o local habitável e pronto para receber os móveis e moradores. Tirar massa-corrida, rejuntes, respingos de tinta, adesivos de louças e cubas, limpar e aspirar o quadro de luz e os trilhos de portas e janelas fazem parte de uma limpeza específica, diferente de uma faxina de manutenção.

10 – Mudança e organizer – Esses serviços são mais uma comodidade para quem quer apenas mudar e usufruir do novo espaço. Empresas especializadas em empacotar, transportar e desempacotar ajudam a evitar o transtorno de uma mudança com muitos itens. O serviço de organizer auxilia a colocar a casa em ordem e ocupar os armários de forma organizada para começar o uso do espaço novo com o pé direito.

E sabe onde você encontra tudo isso? Aqui na Faz Tudo! Entre em contato conosco!

Fonte: Revista Zap