BNDES oferecerá empréstimos para instalação de placas de energia solar em casa

O Programa Fundo Clima, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), passará a oferecer crédito para pessoas físicas investirem na instalação de sistemas de aquecimento solar e sistemas de cogeração, informou nesta terça-feira, 5, a instituição de fomento. Os recursos poderão ser contratados em operações indiretas somente por meio de bancos públicos.

“Trata-se de mais uma ação do BNDES para incentivar o cidadão brasileiro a investir em sustentabilidade e economia de energia”, diz a nota divulgada pelo banco.

Segundo o BNDES, as regras do Fundo Clima alcançam 80% dos itens financiáveis nesse tipo de instalação, que inclui placas fotovoltaicas, aerogeradores, geradores a biogás e demais equipamentos necessários. Cada cliente pode tomar no máximo R$ 30 milhões a cada 12 meses.

O juro total, incluindo taxas do BNDES e dos bancos repassadores, é de 4,03% ao ano, no caso de pessoas físicas ou jurídicas com renda ou faturamento anual até R$ 90 milhões, e 4,55% ao ano, no caso de renda superior a R$ 90 milhões anuais. O financiamento ainda permite carência de três a 24 meses, com prazo máximo de 144 meses.

Fonte: Folha de São Paulo

Instalação de sistema de energia solar em imóveis ajuda a reduzir as despesas com a conta de luz

placa_fotovoltaicaCom os aumentos constantes na conta de luz, uma opção interessante é instalar um sistema de energia solar, o que reduzirá bastante o custo no fim do mês e representa uma boa economia. Gerar a própria energia por meio de um sistema fotovoltaico (SFV) é um desejo crescente entre a população. “Hoje, é muito comum pessoas fazerem a instalação de placas na hora em que estão construindo suas casas. Além de possível, dimensionar o SFV em conjunto com o projeto da casa, é muito benéfico para a futura instalação e desempenho do sistema. A razão é que, quando o projeto é desenvolvido paralelo ao da casa, os engenheiros têm a liberdade de fazê-lo de maneira otimizada”, garante Ruy Fontes, analista de marketing da Blue Sol Energia Solar.

“Assim, a equipe poderá decidir qual a melhor orientação e inclinação para o telhado, no qual serão instalados os módulos fotovoltaicos, além de sugerir o espaço mais indicado e seguro para alocar o inversor e demais equipamentos, reduzindo a quantidade de cabos usados e garantindo um SFV devidamente alocado e integrado à residência. Dessa forma, o melhor momento para o cliente solicitar o orçamento do sistema é antes de finalizar o projeto de sua casa ou antes que a laje seja concretada. Tudo isso resultará na redução de custo e tempo para a instalação do SFV, além de garantir uma maior eficiência do mesmo, aumentando a lucratividade e reduzindo o tempo de retorno no investimento”, ressalta o executivo.

INFORMAÇÕES 

“Entretanto, muitos clientes que buscam a tecnologia já estão mais avançados na construção de suas casas, às vezes já contando com o projeto civil e elétrico elaborados. Quando os projetos arquitetônico e civil já estão prontos, com a estrutura da casa definida, a equipe de engenharia deverá então, munida desses documentos, estudar diversas informações necessárias para a futura instalação das placas”, salienta Ruy. “A primeira delas é o telhado da casa, no qual serão fixados os módulos fotovoltaicos. Fatores como a orientação e inclinação, tipo (metálico, fibrocimento etc.), armação, área disponível e possíveis sombreamentos são algumas das informações analisadas”, diz o analista de marketing.

Ruy explica que a equipe deverá avaliar também o suporte (vigas) da construção, a fim de certificar qual o peso que ela poderá suportar, bem como as áreas disponíveis para acomodação do inversor interativo. A partir do projeto elétrico, a equipe averiguará as informações necessárias para a instalação elétrica do sistema fotovoltaico. Serão conferidos, nessa parte, os eletrodutos disponíveis na obra e o padrão de entrada da casa (mono, bi ou trifásico, disjuntores e amperagem usados), além do local de instalação do quadro de distribuição geral e o disjuntor de entrada.

DIMENSIONAMENTO 

O executivo ressalta que um dos pontos mais importantes, senão o mais importante, a serem destacados é a forma como será feito o dimensionamento do SFV. “Afinal, se ainda não existe consumo elétrico, como calcular a geração do sistema? Porém, embora o consumo exato não possa ser estipulado, é possível chegar a um valor bem próximo por meio do estudo e cálculo de alguns fatores que interferem diretamente nessa demanda. O padrão de consumo do cliente é o primeiro, e mais fácil método para podermos chegar ao tamanho aproximado do futuro SFV, e consiste em analisar a média de consumo da antiga propriedade do cliente.”

No entanto, ele ressalta que o consumo da nova residência não irá, necessariamente, corresponder ao da antiga. “Então, para calcular mais precisamente o tamanho do sistema, a equipe também deverá fazer uma análise dos equipamentos elétricos de maior potência que serão usados, como chuveiro elétrico, ar-condicionado, eletrodomésticos e bombas d’água, entre outros. Por fim, a análise da quantidade de pessoas que morarão na casa e a rotina delas também fazem parte dos dados analisados. Caso os habitantes sejam um casal que pretende ter filhos no futuro, dimensionar o sistema já pensando nesse aumento do consumo é sempre o mais recomendado, em vez de expandi-lo mais adiante”, salienta Ruy.

Fonte: Lugar Certo

5 coisas que você não sabia sobre energia solar fotovoltaica

Recentemente realizamos uma pesquisa sobre energia solar fotovoltaica com nossos clientes e pessoas que se cadastraram em nosso portal. A pesquisa teve um caráter fortemente informativo, uma vez que em todas as perguntas havia uma afirmativa disfarçada. Essa pesquisa foi realizada em parceria com a GALT, empresa parceira da Faz Tudo Engenharia.

As respostas nos mostraram que enquanto grande parte do público sabe o que é um sistema fotovoltaico e que é possível economizar na conta de luz, a maior parte das pessoas não saberia quantificar os ganhos com esse tipo de investimento. Este artigo tem como objetivo esclarecer cada um desses pontos.

O que é um sistema fotovoltaico conectado a rede

Um sistema fotovoltaico conectado a rede é um sistema de painéis fotovoltaicos capazes de converter a energia luminosa do sol em energia elétrica. Estes painéis são conectados à instalação elétrica de qualquer tipo (residência, comércio, fazenda, indústria, etc) através de inversores de frequência. A rede da concessionária de energia funciona, neste caso, como uma bateria infinita. Isso significa que enquanto os painéis estiverem gerando mais energia que aquela demandada pela instalação, o excedente será enviado à rede, gerando créditos. Quando os painéis estiverem gerando menos energia do que a demanda da instalação, a rede da concessionária fornecerá a diferença, consumindo os créditos.

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Você pode economizar até 90% dos seus gastos com energia

Muitas pessoas perguntam se é possível parar de pagar a conta de energia. Infelizmente, para sistemas fotovoltaicos conectados à rede, a resposta é não. Por estar conectada a rede, a instalação adota o sistema de compensação de energia, que é regulado pela ANEEL.

Uma das regras deste sistema é sobre a taxa de disponibilidade. Esta taxa tem valor equivalente a 30, 50 ou 100 kWh para instalações monofásicas, bifásicas ou trifásicas, respectivamente. Além desta taxa, há também a tarifa de custeio de iluminação pública, para os clientes residenciais.

Por isso é impossível que uma instalação com um sistema fotovoltaico conectado a rede consiga zerar os custos de energia. Mas quanto maior o consumo, mais próximo podemos chegar dos 100% de economia.

Atratividade do investimento em energia solar

A atratividade deste tipo de projeto depende principalmente de quatro fatores:

  1. Custo da energia
  2. Irradiação solar
  3. Incentivos fiscais
  4. Consumo atual

A estimativas mostradas a seguir são baseadas em um projeto realizado em Belo Horizonte – MG, visando o atendimento a uma residência com conexão bifásica e consumo de 210 kWh mensais, que é pouco acima da média nacional de 180 kWh.

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O investimento é recuperado em cerca de 6 anos

Como pode ser visto no gráfico acima, este projeto se paga em cerca de seis anos, considerando uma inflação de 6.5% ao ano.

Depois de 25 anos o investimento se multiplica por 5 vezes

Nesta análise, o valor economizado com as contas de energia elétrica ao longo de 25 anos foi até maior, cerca de 6.8 vezes o valor investido.

As taxas de retorno são superiores que qualquer investimento de renda fixa existente

Para conseguir uma rentabilidade similar ao investimento em energia solar fotovoltaica, seria necessária uma taxa de 19.6% ao ano.

*Cada projeto de energia solar tem suas peculiaridades devido à regras locais, irradiação solar, tarifas de energia, características construtivas e outros fatores. Este artigo tem o objetivo apenas de esclarecer as possibilidades de investimento neste tipo de tecnologia de geração de energia e não pode substituir uma análise específica das condições de cada projeto. Entre em contato conosco para começar já a economizar energia!

Fonte: Galt Energia